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domingo, 14 de setembro de 2014

Concurso Contos de Natal da AABiP


O “I Concurso de Contos de Natal –2014”, promovido pela Associação de Amigos da Biblioteca Pública – AABiP, tem como objetivo revelar novos autores e incentivar a criação literária.

Poderão participar do concurso escritores brasileiros, com idade a partir de 18 (dezoito) anos e que estejam atualmente residindo no país. Cada concorrente poderá participar com apenas 1 (um) trabalho inédito, escrito em língua portuguesa.

O tema do conto deverá ser obrigatoriamente o Natal.

A inscrição deverá ser realizada via e-mail, de 15 de setembro a 31 de outubro de 2014.

O título do e-mail deve ser “I Concurso de Contos de Natal –2014”, e nele deve estar anexado o arquivo de texto (Word) com sua obra, seus dados e minibiografia. E-mails que não obedecerem estas regras serão automaticamente desclassificados.

Uma comissão indicada pela Associação de Amigos da Biblioteca Pública selecionará 3 (três) contos que serão classificados em primeiro, segundo e terceiro lugares.

Os três autores selecionados receberão a seguinte premiação:

1º lugar – R$ 1.000,00 (mil reais)

2º lugar – R$ 500,00 (quinhentos reais)

3º lugar – R$ 500,00 (quinhentos reais)


Regulamento completo e mais informações no LER MAIS.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Primeiro Prêmio MIRÓ de Literatura – Regulamento


O Primeiro Prêmio MIRÓ de Literatura é uma realização da agência de publicidade MIRÓ Propaganda (http://www.miropropaganda.com) em parceria com a Editora Insular (http://www.insular.com.br/). Tem como objetivo fomentar a produção literária e revelar novos talentos. Pretende estabelecer-se como parte do calendário cultural de Florianópolis e região, acontecendo com periodicidade anual.

Para esta primeira edição do Prêmio, estão abertas inscrições na categoria CONTOS. O tema é livre.

A inscrição é gratuita. Podem participar do Prêmio todas as pessoas físicas residentes no Brasil. Cada candidato poderá concorrer somente com 1 conto, com no máximo 20.000 caracteres, incluindo os espaços.

A inscrição do conto que participará do Prêmio deverá ser feita no período de 04 de agosto de 2014 a 04 de outubro de 2014.

Regulamento completo e mais informações clique no LER MAIS. 

13º Prêmio Literário Livraria Asabeça 2014


A Livraria Asabeça organiza anualmente, desde 2002, o Prêmio Literário Livraria Asabeça, com o apoio da Scortecci Editora, para autores brasileiros, maiores de 18 anos, residentes ou não no Brasil. 

O Prêmio Literário Livraria Asabeça tem por objetivo publicar novos talentos e promover a literatura brasileira. 


O Prêmio Literário Livraria Asabeça de 2014 contemplará Livros de Poesia, nunca publicados (inéditos), em papel, eletrônico, magnéticos, sites ou blogs.



INSCRIÇÕES:

Inscrições até o dia 30 de outubro de 2014.


PRÊMIO e DIREITO AUTORAL:

Contrato de publicação da obra com a Scortecci Editora de 150 (cento e cinquenta) exemplares, sendo 100 exemplares para lançamento e comercialização através da Livraria Asabeça e 50 (cinquenta) exemplares inteiramente grátis para o autor, no formato 14 x 20,7 cm, miolo em preto e branco, papel 75 gramas, capa colorida com papel cartão 250 gramas, com orelhas.

Os livros terão ISBN, Ficha Catalográfica, selo Editorial da Scortecci e logomarca da Livraria Asabeça.

A Comissão Organizadora do concurso poderá ou não atribuir Menções Honrosas.

Não haverá por parte do autor vencedor nenhuma despesa ou taxa e todos os custos serão pagos pela Scortecci.

A título de Direito Autoral, cada autor receberá 10% (dez por cento) sobre o preço de capa dos exemplares comercializados, pelo prazo de 1 (um) ano ou até o término da edição, o que acontecer primeiro.

Após o término do contrato, o autor poderá adquirir o saldo dos livros com desconto de 80% sobre o preço de capa. Não havendo interesse por parte do autor, os livros serão distribuídos gratuitamente para bibliotecas e escolas públicas ou utilizados para promoção do próprio Prêmio Literário Livraria Asabeça.

Cada exemplar da obra será comercializado através da Livraria Asabeça e site da Livraria Cultura ao preço de R$ 25,00.


CRONOGRAMA:

- Inscrições até o dia 30 de outubro de 2014.
- Resultado: até 31 de dezembro de 2014.
- Lançamento da obra: Em 2015 em data e local escolhidos pela editora em comum acordo com o Autor.


Regulamento completo e mais informações clique no LER MAIS.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Clube dos Cinco - Soundtrack


Dirigido por John Hughes (Antes Só do que Mal Acompanhado, Quem Vê Cara Não Vê Coração), Clube dos Cinco (The Breakfast Club, 1985) é uma comédia dramática com Emilio Estevez, Anthony Michael Hall, Paul Gleason, Molly Ringwald e outros.

Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, com a tarefa de escrever uma redação de mil palavras sobre o que pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas completamente diferentes, enquanto o dia transcorre eles passam a aceitar uns aos outros, fazem várias confissões e tornam-se amigos.



Clube dos Cinco, tal como Curtindo a Vida Adoidado (também de Hughes) foi um daqueles filmes colegiais americanos que costumava passar na Sessão da Tarde e no extinto Festival de Férias, ambos da Rede Globo (quem tem mais de vinte e cinco anos se lembra). Infelizmente, produções como essa não acontecem mais em Hollywood. Enfim, vale à pena destacar a música-tema Don't You Forget About Me do Simple Minds.



Fonte: AdoroCinema, Letras.mus.br

Pouco importa...


Pouco importa se seu trabalho é dos mais simples ou dos mais complexos, desempenha-o com dedicação.

sábado, 6 de setembro de 2014

7 diretores de cinema que dariam bons escritores


Você já imaginou como seria se os nossos cineastas preferidos fossem escritores e que tipo de livros eles fariam?

Antes de qualquer coisa, tenho que admitir que a gênese desse texto tem origem na crônica de Davidson Davis. O resto é consequência e delírio do autor.

Cinema e Literatura andam lado a lado, ninguém dúvida do fato. Os cineastas, ainda hoje, sofrem uma forte influência da Literatura e seguem filmando obras dos mais variados gêneros, dos clássicos aos contemporâneos. É fato que o Cinema tem exercido uma influência cada vez maior sobre a arte de escrever, possibilitando um movimento interessante de refluxo de influência vez maior sobre a arte de escrever, gerando um movimento interessante de força da sétima arte sobre a Literatura.

Mas e se, ao invés de serem diretores de cinema, alguns fossem escritores? Quais seriam seus estilos e características? Que temas abordariam? Etc. etc. etc.

Para tanto, selecionamos sete grandes diretores de cinema e tentamos imaginar como seriam se fossem escritores.


Sergio Leone


Seria conhecido por colocar sangue, muito sangue mesmo, na Literatura. Seus romances falariam sempre de tipos durões, às vezes sem nome, em um mundo onde é matar ou morrer. Ele, porém, saberia dar vazão a imaginação e teria duas qualidades marcantes que lhe dariam um lugar ao sol: saber reinventar um gênero um tanto ultrapassado (o faroeste) e ainda por cima dando profundidade em algo que, em teoria, teria tudo para ser raso e fútil. Suas narrativas seriam longuíssimas – que nem seus filmes – e cheias de viradas à la romance policial. Ocasionalmente plagiaria algum colega em algum boa ideia e admitiria apenas anos depois.


Stanley Kubrick


Dessa lista, provavelmente seria o mais denso e pesado de todos. Gêneros não seriam mantidos, pois se repetir não era muito o seu forte. Poderíamos esperar narrativas históricas, de ficção científica um tanto filosóficas, de suspense, de guerra, sobre violência, filmes on the road. Narradores duros e fantásticos, capazes de nos fazer prestar atenção em detalhes mínimos que deixamos passar normalmente. Muitos o odiariam, é verdade, mas ele não se importaria muito, afinal, seria do tipo Thomas Pynchon que nunca dá as caras. É certo que seria um dos autores sempre citados ao Nobel e que acabariam por nunca ganhá-lo.


Akira Kurosawa


Se em alguém quiséssemos encontrar prosa poética e uma grande força narrativa, aqui temos nosso homem. Capaz de transpor tudo – e quando digo tudo, quero dizer literalmente – para o mundo feudal japonês habitado por samurais e pela honra. Teria fortes influências de Shakespeare e Dostoiévski e seus personagens sempre seguiriam os mesmos arquétipos – o que não seria ruim, pois ele saberia fazê-los se reinventar a cada nova história. Teríamos como pano de fundo um Japão clássico, até certo ponto estereotipado no ocidente, contudo ele saberia nos apontar aqui e ali o que, no fim das contas, o torna universal e agradável a qualquer um. Assim como Kubrick, seria denso e dado a inovações técnicas constantes em seus textos.


Alfred Hitchcock


Discípulo de Edgar Allan Poe. Poderíamos dizer que seria um desses autores pós-modernos que apreende o que há de melhor na arte de segunda categoria e que transforma isso em sua matéria-prima. Mulheres bonitas e atraentes circulariam como heroínas constantemente – bem como uma aparição casual de algum alter-ego apenas por diversão. O suspense seria terrível e angustiante, deixando quase todos os atuais escritores embasbacados com o poder narrativo e o controle da tensão.


Pedro Almodóvar


Um surrealista, um pós-moderno, alguém capaz de mexer com nossas emoções de forma perturbadora. Poderíamos esperar uma Espanha gostosa, cotidiana, em meio a tramas complexas a ponto de dar um nó em nós, pobres leitores. Enredos absurdos, ou nem tanto, capazes de nos prender às páginas, mesmo quando absurdos, seriam sua melhor marca. Com certeza teria a influência de todo o Realismo Mágico, dos Surrealistas e de tudo de que fuja do cotidiano e do normal.


Quentin Tarantino


A principal influência dele seria Sergio Leone e seus romances sangrentos. No entanto, aqui tudo seria mais estilizado, mais detalhado, um tanto escrachado e farofeiro, porém sempre divertido e prazeroso. Muitos personagens morreriam e suas tramas seriam complexas e altamente fragmentadas, dando a impressão de um caleidoscópio narrativo bem trabalhado. A manipulação do leitor seria um dos seus fortes, fazendo-nos rir na hora certa e fazendo-nos ficar ansiosos em situações-chave. É provável que seria o mais pós-moderno de todos dessa lista.


Woody Allen


Um mundo de estereótipos cômicos seria o seu forte. Piadas dúbias e senso de humor recheariam páginas e páginas, mas sempre teriam um fundo de verdade amargo e constrangedor para o leitor. Seu mundo seria sempre o dos judeus de Nova York – por vezes vazios devido ao dinheiro, ou à solidão e outros problemas. Muitos o odiariam e questões extra-literárias sempre apareceriam na pauta quando o seu nome surgisse. Teria uma produção extensa e por vezes irregular, podendo aqui e ali fazer homenagens, mesmo que debochadas, dos seus autores preferidos.


E para você, quais diretores de cinema dariam bons escritores?

17 Curiosidades Sobre a Coleção Vaga-Lume



Era início dos anos 70.

Um vaga-lume usando boina e tênis estampava todos os livros da série Vaga-Lume, da Editora Ática, que, por sua vez, estavam presentes nas estantes de todo o Brasil.

Luminoso – o nome do vaga-lume em questão – apresentava os enredos dos mais de 70 livros lançados pela editora, utilizando-se de expressões como “tudo joinha?” e “supimpa!”.


A série Vaga-Lume foi (e ainda é) um estrondoso sucesso, sendo uma das principais responsáveis pela formação de dezenas de milhares de leitores Brasil afora.

Eu sou um deles, e você provavelmente também é.

Por isso, reuni aqui algumas curiosidades sobre esta coleção, que em 2013 comemora 41 aninhos de vida e pura vitalidade editorial.

1. A série Vaga-Lume foi lançada pela Editora Ática na virada de 1972 para 1973, e é composta de romances voltados ao público infantojuvenil.

2. A editora não divulga números, mas estima-se que somente a obra A Ilha Perdida, de Maria José Dupré, já ultrapassou a marca de 2,2 milhões de exemplares vendidos.


3. A série ajudou, e muito, a fortalecer e consagrar a Editora Ática, que recentemente informou que pretende relançar a coleção em formato digital.

4. Um dos maiores sucessos da série, O Escaravelho do Diabo, de Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), foi lançado primeiramente em 1956 como um folhetim da revista O Cruzeiro.


5. Inicialmente, a série se caracterizava pela presença de obras já consagradas, de autores idem. Já na segunda década após seu lançamento, tanto os textos quanto os autores passaram a ser inéditos.

6. Um destes autores inéditos era Marçal Aquino.

7. Quando foi convidado para escrever por Fernando Paixão, editor da série na época, Marçal era repórter do Jornal da Tarde e nunca havia escrito uma linha sequer para o público infantojuvenil.

8. Em contrapartida, outro escritor da série, Marcelo Duarte, nunca publicou nenhum livro de ficção fora da coleção Vaga-Lume. O jornalista, escritor e dono da Editora Panda Books publicou seus cinco livros de ficção na série, e vendeu mais de 240 mil exemplares.

9. Em 1980, quando foi informado pelos editores responsáveis pela Coleção Vaga-Lume sobre a tiragem pretendida para seu livro, um atordoado escritor de pseudônimo Marcos Rey não acreditou. Os editores da Ática reiteraram: 120 mil exemplares.

10. Marcos Rey, pseudônimo de Edmundo Nonato, era nesta época um escritor já reconhecido de contos e romances adultos, porém estava acostumado com tiragens que não ultrapassavam três mil exemplares.

11. A aposta em Marcos Rey foi alta – e certeira. O Mistério do Cinco Estrelas, de 1981, vendeu mais de 2,5 milhões de exemplares. O autor escreveu o livro em dois meses.


12. Atualmente, porém, os mais de 15 livros lançados por Marcos Rey estão fora da coleção Vaga-Lume.

13. Um dos criadores da série, Jiro Takahashi, hoje editor do selo Prumo, da Editora Rocco, afirma que o sucesso da coleção se deu por conta de uma série de fatores, sendo o principal deles o baixo preço dos livros. Altas tiragens permitiam preços muito baixos, que por sua vez facilitavam a adoção das obras por escolas.

14. Outro ponto importante para a aceitação em sala de aula eram os encartes chamados Suplementos de Trabalho, que traziam atividades didáticas ligadas ao livro.

15. Milton Rodrigues Alves, um dos ilustradores da série, conta que, para ilustrar O Caso da Borboleta Atíria, passou muitas e muitas horas em um Museu de Zoologia. “Não tínhamos internet, e a melhor maneira de saber a forma de um Dynastes Hercules era indo ao Museu”, conta Milton.

16. O Escaravelho do Diabo, de Lúcia Machado de Almeida, em breve sairá das estantes diretamente para as telas de cinema. A obra está em fase de pré-produção, e terá direção de Carlos Milani. O filme já tem até um site: www.oescaravelhododiabo.com.br

17. E O Escaravelho do Diabo não é o único. O Mistério do Cinco Estrelas (1981), O Rapto do Garoto de Ouro (1982) e Um Cadáver Ouve Rádio (1983), todos de Marcos Rey, tiveram seus direitos adquiridos pela produtora RT Features, e começam a ser filmados no final de 2013. A previsão de estreia é julho de 2014.