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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Portal Domínio Público


Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci, escutar em MP3 de alta qualidade, ler obras de Machado de Assis ou a Divina Comédia, ter acesso às melhores historias infantis e vídeos da TV ESCOLA, artigos científicos e muito mais.

Esse lugar existe!

Só de literatura portuguesa são 732 obras!

O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso no site Domínio Público, uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre.


“Com um acervo de mais de 123 mil obras e um registro de 18,4 milhões de visitas, o Portal Domínio Público é a maior biblioteca virtual do Brasil (dados de junho de 2009).

Lançado em 2004, o portal oferece acesso de graça a obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação autorizada.

Infelizmente, o projeto está preste a ser desativado por falta de acessos.

Vamos reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes, conhecidos, todos a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela literatura.

Vale à pena conferir o site Domínio Público.

Vamos acessar essa ideia!


Fonte: Domínio Público, Ministério da Educação, postagem do WhatsApp

sábado, 22 de agosto de 2015

A fim ou afim?


A fim, separado, é utilizado na locução prepositiva a fim de, para indicar um propósito, um intuito ou uma finalidade, tendo significado equivalente a para. Em contextos informais, esta locução é muito utilizada com significado de estar com vontade, desejo ou interesse em alguém ou em alguma coisa. A palavra afim, menos utilizada pelos falantes, se refere a coisas que são semelhantes, possuindo afinidade e ligação. Significa também pessoas que são parentes por afinidade ou partidárias. 

Assim, a fim e afim existem na língua portuguesa e estão corretas. Porém, seus significados são diferentes e devemos diferenciar as situações em que utilizamos uma ou outra. 

A locução prepositiva a fim de é formada pela preposição a, mais o substantivo comum masculino fim, mais a preposição de. Uma locução prepositiva é um conjunto de duas ou mais palavras em que a última é uma preposição. Esta locução exprime intenção ou finalidade, sendo sinônima de: para, com a intenção de, com o propósito de.

Exemplos:
A aluna estudou muito a fim de tirar boa nota na prova.
Você está contando essa história a fim de me comover, mas não vai conseguir.
Neste momento eu estou a fim de ficar sozinha.
Pedro está a fim de Laura.

Nota: Em algumas situações, a preposição de pode estar subentendida, sendo necessário analisar o contexto em que a frase ocorre.
Neste momento, não estou a fim! (de alguma coisa, de fazer algo,…)
Acho que você não está muito a fim… (de ver algo, de falar sobre algo,…)

A palavra afim tem sua origem na palavra em latim affinis e pode ser um adjetivo ou um substantivo. Sendo um adjetivo, é sinônimo de semelhante, parecido, similar, análogo, conforme, próximo, vizinho, … Sendo um substantivo, é sinônimo de parente por afinidade, aparentado, adepto, aderente, aliado, entre outras. É maioritariamente utilizado no plural: afins.

Exemplos:
O espanhol é uma língua afim com o português.
Nesta fase das nossas vidas, não temos objetivos afins.
Para meu aniversário, convidarei parentes e afins.

Palavra Relacionada: afim.



É erro depositar a nossa felicidade...


É erro depositar a nossa felicidade noutra pessoa, pois esse estado de espírito depende de nós e da nossa visão do mundo que nos cerca. 

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

A resposta do sucesso do novo "Missão Impossível" é simples: Tom Cruise

Roberto Sadosvki


“Como ele consegue?" A pergunta vale para a cena inicial de "Missão Impossível: Nação Secreta", em que, sem trucagens digitais, Tom Cruise agarra-se, pelo lado de fora, a um avião que está decolando! Mas também vale para o padrão de qualidade do novo filme da série iniciada em 1996, que consegue, ao mesmo tempo, ser o melhor de todos os "Missão Impossível" e também um dos grandes sucessos da temporada do verão americano. "Como ele consegue?"

A resposta é até simples: sendo Tom Cruise. O ator de 53 anos faz parte de uma raça em extinção, mas que de vez em quando se ergue com fúria, a dos astros de cinema. Cada vez mais, filmes ancorados por um único nome no pôster têm dado espaço, no topo das bilheterias, a produtos --de super-heróis a adaptações de outras mídias.

Cruise entende profundamente não só o negócio do cinema, mas também como lidar com suas fases. Como produtor, dá pitaco em cada etapa da confecção de seus filmes, escolhendo elenco e equipe, e também se colocando como parte do time, não deixando que o sorriso milionário se torne uma egotrip, viabilizando empreitadas que equilibram qualidade com um faro apurado para acertar no gosto das plateias.

Se nem sempre essa mistura dá certo – o ótimo "No Limite do Amanhã", por exemplo, não encontrou seu público –, "Nação Secreta" acerta em cheio e de tantas maneiras que a vontade ao fim da sessão é levantar e aplaudir. É entretenimento puro, que respeita a inteligência da plateia com um roteiro tão absurdo quanto plausível, ao mesmo tempo em que tempera a coisa com ação e humor.

Os riscos são sempre elevados, o perigo é constante e seu protagonista, Ethan Hunt (Cruise, claro), às vezes parece que vai perder as rédeas da situação. Tudo é amarrado com cenas de ação tão explosivas e espetaculares que empalidecem os "Velozes & Furiosos" da vida.

Boa parte do mérito de "Nação Secreta" é o senso de narrativa apuradíssimo de seu diretor e roteirista, Christopher McQuarrie, com quem Cruise trabalhou no pouco visto (por sinal, veja, é bem bacana), "Jack Reacher - O Último Tiro". A caixa de brinquedos de "Missão Impossível", claro, é bem maior, e McQuarrie não se intimidou com o escopo da aventura, explorando ao extremo o absurdo da própria existência da IMF, a "Força-Tarefa Missão Impossível", um ramo ultrassecreto do governo que opera de maneira nada ortodoxa acima inclusive da própria CIA.





 





É a própria Agência de Inteligência ianque, representada pelo personagem de Alec Baldwin, Alan Hunley, que enxerga na IMF um órgão que mais atrapalha do que ajuda, deixando em suas missões uma trilha de destruição –mesmo que as vidas salvas sejam ignoradas. Nesse duelo de burocratas, Hunley larga nas mãos de William Brandt (Jeremy Renner), aliado de Hunt, uma IMF em frangalhos e prestes a ser absorvida pela CIA. O último entrave é uma caça às escuras empreendida por Hunt contra o Sindicato, uma organização terrorista que surge como a antítese da Força-Tarefa. Para Hunley, é uma mentira para garantir fundos aos movimentos de Hunt e cia.; para o próprio agente, agora perseguido por seus próprios aliados, é um perigo real e imediato que, caso não seja detido, pode se tornar o maior e mais poderoso agente do caos no planeta.

Chris McQuarrie parece ter prazer especial em colocar Ethan Hunt/Tom Cruise nas situações mais extremas –o passeio de avião do começo, acredite, não passa de aperitivo, completado com tortura, afogamento, acidentes de carro/moto e muita pancadaria. Este é, fácil, o filme mais violento da série. Para isso, o diretor cria em Solomon Lane (o ótimo Sean Harris), líder do Sindicato, o vilão perfeito. Ele parece sempre um passo à frente do protagonista, é cruel, amoral e desprovido de emoções, um vilão que realmente pode matar Hunt.

Ao contrário das aventuras de James Bond e Jason Bourne, porém, "Missão Impossível" é um esforço de equipe, e Ethan conta com o auxílio, além de Brandt, do estoico Luther (Ving Rhames, remanescente lá do primeiro filme, que Brian de Palma dirigiu em 1996), do hacker Benji (Simon Pegg, que tem a melhor química cômica com Cruise desde sempre) e da novata Ilsa (Rebecca Ferguson, da série "The White Queen").

Ferguson é, de longe, a melhor surpresa de "Nação Secreta". Em um ano em que os papéis femininos em grandes blockbusters ("Vingadores: Era de Ultron", "Jurassic World") ganharam uma justa dose de críticas, sua Ilsa Faust é uma agente mais que capaz de acompanhar –e superar– Hunt em sua missão. Até porque sua verdadeira função, e onde está sua lealdade, é um mistério que o filme saboreia antes de revelar por completo. Em nenhum momento Ilsa surge como "interesse romântico", mas sempre como uma igual. Honestamente, é o primeiro personagem de um filme da série que eu não me importaria se ganhasse um filme-solo ("As Aventuras de Ilsa", alguém?).

O fórmula do sucesso de "Missão Impossível: Nação Secreta" termina sendo a mesma tanto no universo ficcional do filme quanto do lado de cá: trabalho em equipe. Quando Cruise convocou J.J. Abrams e sua Bad Robot para produzir a terceira aventura, de 2006, encontrou também os parceiros perfeitos para lhe ajudar a tocar os filmes, sempre com equilíbrio em um bom texto, cenas de ação sempre impressionantes (que Cruise ainda faz questão de encarar com o mínimo, ou nenhuma, interferência de dublês) e bom humor. Parece simples, porque eles o fazem assim.

Seria bacana McQuarrie continuar tocando o barco no próximo filme, que Cruise já avisou que entra em produção ano que vem (ninguém está ficando mais jovem...), mas a tradição de "Missão Impossível" é entregar cada episódio a um autor diferente (John Woo, Abrams e Brad Bird seguiram De Palma, que começou tudo). Com uma máquina tão azeitada, até Woody Allen faria um trabalho formidável.

Por que não?



Fonte: UOL Cinema

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Bienal do Livro do Rio de Janeiro


A Bienal do Livro do Rio de Janeiro é o maior evento literário do país, um grande encontro que tem o livro como astro principal. Para o leitor, é a oportunidade de aproximação dos seus autores favoritos e de conhecer muitos outros. Durante onze dias, o Riocentro sedia a festa da cultura, da literatura e da educação. Nos espaços dedicados às atrações, o público pode participar de debates, bate-papos com personalidades e escritores, além das atividades culturais que promovem a leitura. Atraente, variada e dinâmica, a Bienal do Livro Rio é diversão para toda a família!

SERVIÇOS

17ª Bienal Internacional do Livro Rio
03 a 13 de Setembro de 2015

Horários de Funcionamento 3 de setembro: 13h às 22h
7 de setembro (feriado): 10h às 22h
Durante a semana: 9h às 22h
Fins de semana: 10h às 22h

Local do Evento Riocentro
Av. Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca
22780-160 – Rio de Janeiro – RJ

E-mail - Sugestões, dúvidas e comentários

bienal@fagga.com.br

HISTÓRIA
Há 30 anos, teve início a história de sucesso da Bienal do Livro Rio: uma celebração à leitura, à cultura e à diversão, reunindo milhares de pessoas, tendo o livro como astro principal.  Dos salões do Hotel Copacabana Palace, em 1983  aos atuais 55 mil metros quadrados do Riocentro, a Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro se transformou não só no mais importante acontecimento editorial do Brasil, como também em um evento literário que mobiliza o país. A cada edição, o evento cultural e empresarial supera expectativas de público, vendas e mídia.


domingo, 9 de agosto de 2015

15 filmes para lembrar o Dia dos Pais

De Roberto Cunha 


O Dia dos Pais taí e o AdoroCinema registra aqui a sua homenagem, lembrando 15 filmes com essa figura tão importante na família e retratada das mais diversas formas na sétima-arte. Admire, emocione-se, ria, respeite, se espante ... Afinal, tudo é possível diante desses verdadeiros heróis. Da turma ligada na ficção, nossos parabéns aos pais do mundo real.



Um dos pais mais emblemáticos do cinema também é um dos piores. Se não bastasse abandonar os filhos Luke e Leia quando pequenos, Darth Vader ainda vez questão de arrancar a mão do primeiro no clássico duelo de sabres de luz em O Império Contra-ataca. Quem não se lembra da clássica frase "Luke, eu sou seu pai"? É um dos pontos altos da trilogia original de Star Wars.

Vader é o vilão principal dos três primeiros filmes da franquia criada por
 George Lucas. A nova trilogia mostra justamente o que aconteceu para que o Anakin Skywalker se transformasse no temido sujeito. Hayden Christensen viveu o personagem quando jovem, mas os fãs de Guerra nas Estrelas preferem lembrar sempre da forte voz de James Earl Jones.



Geralmente os parentes dos grandes heróis do cinema não têm grande relevância nas aventuras por eles estreladas. Uma das poucas exceções é Indiana Jones (Harrison Ford), que teve que lidar com o pai, Henry (Sean Connery), em Indiana Jones e a Última Cruzada. No filme a dupla precisa escapar dos perigosos nazistas, que os colocaram na enrascada da foto acima.

É claro que nem tudo é aventura no relacionamento entre os dois. Preocupado com o filho, Henry sempre o chama de "Junior" e ainda por cima revela algumas curiosidades sobre seu passado, como o porquê do nome Indiana. Uma dupla divertida que não pôde ser vista na sequência
 Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, já que Sean Connery recusou o convite para retornar ao personagem.



Existe uma família mais tradicional do que a família de mafiosos? A trilogia O Poderoso Chefão traz a famosíssima saga de um pai e filho com temperamentos muito distintos: Don Vito Corleone (Marlon Brando) controla os negócios à perfeição, respeitando o sistema da honra e cuidando pessoalmente de alguns casos quando necessário. Já seu filho, Michael (Al Pacino), é um capitão da marinha educado, sensível, que retorna à família sem conhecer os métodos que a fazem funcionar.

O Poderoso Chefão traz não apenas a questão da relação paterna, mas também a da sucessão: em O Poderoso Chefão 2, Michael Corleone deve assumir os negócios familiares. Vito Corleone, "o padrinho" do título original, é uma das figuras paternas mais opressoras e marcantes da história do cinema.



Inspirado em uma história real, À Procura da Felicidade traz um pai divorciado, com graves problemas financeiros, mas disposto a tudo para dar uma boa vida ao seu filho. Chris Gardner (Will Smith) aceita um trabalho não-remunerado como estagiário, na esperança de ser contratado no final da experiência. Enquanto isso, sem ter onde morar, ele dorme com o filho em banheiros públicos ou estações de trem.

O filme pretende mostrar que "Se você tem um sonho, proteja-o. As pessoas não conseguem fazer algumas coisas, e elas dizem que é você que não tem capacidade de fazê-las. Se você deseja algo, corra atrás. E ponto". Ou seja, o filme inspirador por excelência, que ainda traz Will Smith ao lado de seu filho na vida real, Jaden Smith.



Pai que é pai mesmo faz de tudo para ficar perto dos filhos! E o personagem de Robin Williams em Uma Babá Quase Perfeita leva essa ideia às últimas consequências. Abalado com o pedido de separação por parte da mulher (Sally Field), ele cria a identidade da babá perfeita Euphegenia Doubtfire apenas para ficar perto de suas três crianças, não se importando em se vestir de mulher e usar uma maquiagem bem pesada.

Dirigido por 
Chris Columbus, o filme é divertidíssimo e conta com uma das atuações mais marcantes da carreira do astro. Arrecadou mais de US$ 400 milhões em todo mundo e conquistou um merecido Oscar de Melhor Maquiagem. Williams recebeu um Globo de Ouro pelo trabalho.



Como proteger seu filho em meio a um campo de concentração nazista? Esta é a difícil tarefa de Guido (Roberto Benigni), um bem humorado judeu que se vê em apuros quando sua família é capturada em plena Alemanha de Adolph Hitler. Para evitar que seu filho tenha medo, Guido cria um mundo de faz de conta onde tudo faz parte de uma grande brincadeira. O contraste com a dura realidade e a dedicação do pai são alguns dos principais destaques de A Vida é Bela, vencedor de três Oscar.



2 Filhos de Francisco traz a questão paterna até no título: Francisco (Ângelo Antônio) tem certeza que seus filhos poderão ter uma vida melhor como músicos, e deseja formar uma dupla sertaneja com duas de suas crianças. Os pequenos artistas começam a ter um sucesso razoável, mas um acidente interrompe a carreira da dupla. Mirosmar (Márcio Kieling) adota o nome de Zezé di Camargo e tenta a carreira solo, mas só encontra o sucesso ao lado de um outro irmão, Welson (Thiago Mendonça), com o nome artístico Luciano.

Este filme traz o típico pai trabalhar, teimoso, que tem alguns métodos questionáveis (a cena dos garotos obrigados a comerem ovo cru revirou o estômago de muitos espectadores), mas movido por um amor incontestável. Ângelo Antônio interpreta esse personagem com maestria, e se alguém duvida de sua capacidade no papel, basta lembrar que ele está presente mais uma vez nos cinemas brasileiros como o pai fugidio de À Beira do Caminho, além de ter encarnado a figura paterna de Chico Xavier no filme de mesmo nome.

Para ver a lista completa acesse: AdoroCinema


terça-feira, 4 de agosto de 2015

Minion tranca rua: Boneco inflável gigante cai em estrada e provoca congestionamento na Irlanda

De Renato Hermsdorff 

Ninguém se feriu - com exceção de um retrovisor.


Depois de um Minion de pelúcia ter “salvado” uma menina que caiu do terceiro andar de um prédio nos Estados Unidos no mês passado, foi a vez de outro, desta vez inflável, “interagir” com humanos.

Na tarde desta segunda-feira, uma réplica gigante do “amarelinho” se desprendeu dos cabos a que estava presa e foi levada pelo vento até tombar no meio de uma rodovia no subúrbio de Dublin, na Irlanda.

Ninguém se machucou, mas, segundo uma testemunha ouvida pelo jornal local
thejournal.ie, o Minion mau chegou a arrancar o retrovisor de um carro na queda. No mais, o resultado foi “apenas” um congestionamento, já que a polícia teve que ser acionada para esvaziar o bonecão.

Foi uma coisa estranha de reportar
 [ao policial]”, brincou Erin Van Londen, motorista que ligou para as autoridades.

O Minion tinha de 10 a 12 metros de altura, segundo relatos. R.I.P.


Confira as fotos:






Fonte: AdoroCinema

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

A grande maioria de nós...


A grande maioria de nós tem a falsa impressão de que a felicidade está lá fora. Ela está dentro de nós.

sábado, 1 de agosto de 2015

O que é um Palíndromo?


Um palíndromo é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos, normalmente, da esquerda para a direita e ao contrário. 

Exemplos: OVO, OSSO, RADAR.

O mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto maior a frase; é o caso do conhecido:

SOCORRAM-ME, SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS.

EXEMPLOS:

ANOTARAM A DATA DA MARATONA
ASSIM A AIA IA A MISSA
A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA
A DROGA DA GORDA
A MALA NADA NA LAMA
A TORRE DA DERROTA
LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL
O CÉU SUECO
O GALO AMA O LAGO
O LOBO AMA O BOLO
O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO
RIR, O BREVE VERBO RIR
A CARA RAJADA DA JARARACA
SAIRAM O TIO E OITO MARIAS
ZÉ DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Conheça As Bibliotecas Premiadas Pelo Melhor Design, Nos Eua




Os EUA têm mais de 120.000 bibliotecas espalhadas pelo país. Algumas se destacam também pelo design. Conheça as eleitas no ano de 2014 pela Associação Internacional de Design de Interiores

As bibliotecas são o que podemos chamar de “casa do conhecimento”. Guardam desde obras de diferentes épocas, autores e gêneros, a manuscritos, documentos raros, acervo multimídia, entre outros. Alguns desses locais são famosos também pelo design. E quem elege as melhores bibliotecas nesse quesito é Associação Internacional de Design de Interiores (IIDA, na sigla em inglês).

Em 2014, nove bibliotecas foram premiadas por combinarem excelência no design no espaço, criatividade, funcionalidade e satisfação do visitante ou leitor. Abaixo, separamos as seis principais, todas localizadas nos Estados Unidos (veja aqui a lista completa), país que tem mais de 120.000 bibliotecas.

Para quem está de passagem pelos EUA ou pretende visitar cidades como Nova York (NY), Midland (Texas), Filadélfia (Pensilvânia), Raleigh (Carolina do Norte), St. Louis (Missouri), vale a pena conhecer as bibliotecas eleitas pelo melhor design e o que elas guardam em seus acervos.

BIBLIOTECAS PÚBLICAS
Biblioteca Queens, premiada pelo espaço Discover!, voltado a crianças.
Onde: Nova York | Endereço: 89-11 Merrick Blvd, Jamaica





BIBLIOTECAS ACADÊMICAS
Biblioteca James B. Hunt Jr. O local é chamado de “biblioteca do futuro” pela inovação tecnológica e disposição do prédio. Tem um acervo de mais de 5 milhões de volumes indexados. No acervo, ganham destaque as áreas de engenharia, ciência, tecnologia e agricultura, além das coleções especias sobre artes. Basta acessar o site para consultá-las.
Onde: Universidade da Carolina do Norte, em Raleigh | Endereço: Raleigh, NC 27695