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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Mel Gibson revela que recusou interpretar Odin em Thor



O Universo Cinematográfico Marvel cresceu tanto nos últimos anos que, as vezes, até parece que todos os atores de Hollywood estão participando de filmes sobre heróis dos quadrinhos. Mas nem todo mundo está a fim de entrar nesta moda.


Durante entrevista para o The GuardianMel Gibson revelou que foi convidado para interpretar um papel bem conhecido dos fãs, mas recusou a proposta: "É, muito tempo atrás, para viver o pai de Thor (Chris Hemsworth). Mas eu não fiz". Apesar disso, ele chegou a elogiar alguns filmes do gênero, como Guardiões da Galáxia e Homem de Ferro

Já imaginou se o vencedor do Oscar por Coração Valente tivesse aceitado o papel? Mas a Marvel não teve o que reclamar, afinal o papel ficou muito bem sob a responsabilidade do também premiado pela Academia Anthony Hopkins

Recentemente, Mel Gibson lançou seu novo longa, Herança de Sangue, que recebeu boas críticas no Festival de Cannes 2016. A história sobre um tatuador que precisa proteger a filha adolescente, jurada de morte por traficantes de drogas, chega aos cinemas brasileiros em setembro.



Fonte: AdoroCinema

Rumor: Fonte próxima a Tom Hiddleston afirma que o ator está em negociação para assumir o papel de James Bond

O apoio do público britânico ele já tem.

Desde o lançamento da minissérie de espionagem The Night ManagerTom Hiddleston ( o Loki de Thor) ganhou força como favorito dos britânicos para ocupar o lugar de Daniel Craig na franquia 007. Após muitos elogios, ele entrou na dança e afirmou que adoraria ser o novo James Bond. O público se empolgou, o nome de Tom disparou nas casas de apostas e as disputas envolvendo o filme foram suspensas, pois o fenômeno Hiddleston fugiu do controle.
O alto volume de apostas num curto intervalo de tempo levantou as primeiras suspeitas e agora o Birth.Movies.Death. colocou mais lenha na fogueira com uma exclusividade. Fontes ligadas ao ator informaram ao site que Hiddleston realmente está em conversas avançadas com os produtores da franquia de espionagem mais famosa do mundo. O convite oficial ainda não foi feito e como surgiu hoje o boato que Jamie Bell também estaria negociando com Barbara Broccolli, é provável que vários atores estejam participando de discussões a respeito do cobiçado papel.Damian LewisIdris ElbaAidan Turner e Tom Hardy são outros cotados. Segundo o tabloide Daily Mail, Daniel Craig teria recusado uma proposta de US$100 milhões para estrelar Bond 25.
Fonte: AdoroCinema

domingo, 29 de maio de 2016

Jogo do Dinheiro


Ontem, assisti ao Jogo do Dinheiro (Money Monster, 2016), ótimo filme com George Cloney e Julia Roberts, que retrata as especulações do mercado financeiro em um programa de dicas econômicas, que não tem escrúpulos em noticiar informações que podem afetar de forma negativa a vida da audiência. Em linhas gerais, o filme passa a mensagem do importante papel e responsabilidade que a imprensa deve ter com a verdade.

Vale à pena conferir!

Leiam abaixo parte da crítica de Pablo Vilaça:

(...)
"E é justamente a especulação financeira e a natureza destrutiva da ganância em um mercado desregulado que serve de centro a Jogo do Dinheiro, dirigido por Jodie Foster a partir do roteiro de Jamie Linden, Alan DiFiore e Jim Kouf e que acompanha o apresentador de televisão Lee Gates (Clooney), responsável por um destes programas de dicas financeiras recheados de efeitos sonoros, gráficos explosivos e a sugestão de que dominam segredos sobre a bolsa que poderão enriquecer qualquer espectador atento – mas que, quando cometem um erro (algo extremamente comum), mal dizem um “ops” antes de seguirem em frente. Porém, quando um jovem que investiu e perdeu todo seu dinheiro numa sugestão de Gates invade o estúdio e ameaça matá-lo diante das câmeras caso não consiga uma explicação de Walt Camby (West), CEO da empresa cujas ações comprou, as consequências reais das gracinhas do jornalista se tornam palpáveis, obrigando a diretora do programa, Patty Fenn (Roberts), a investigar como a tal Ibis pode ter perdido 800 milhões de dólares em apenas uma tarde.
De um ponto de vista puramente temático, aliás, o ponto fraco de Jogo do Dinheiro encontra-se justamente na ideia de concentrar sua trama em uma aparente conspiração que, mesmo funcionando como gatilho de um bom thriller, enfraquece a tese do filme acerca da corrupção sistemática do mercado financeiro. Sim, em certo momento, o longa até tenta apontar que casos como o que retrata são recorrentes e até mesmo incentivados por uma comunidade de executivos obcecados por bônus obtidos de qualquer forma, mas mesmo assim não consegue evitar que sua mensagem se torne difusa graças aos absurdos da trama (especialmente a partir do terceiro ato).
(...)
Ágil, tenso e envolvente, Jogo do Dinheiro certamente abre novas possibilidades para Jodie Foster como diretora, já que se diferencia consideravelmente dos projetos mais leves e que se preocupavam mais com os dramas pessoais de seus personagens do que em evocar um senso de urgência ou em desenvolver uma trama mais complexa – e Foster não apenas faz isso muito bem como aproveita para apresentar discussões que lhe são obviamente caras, como a transformação do jornalismo em puro espetáculo e a falta do compromisso de seus praticantes com a verdade e com a apuração dos fatos (algo que ficou claro no pós-2008: vários colunistas econômicos e apresentadores de programas sobre o tema simplesmente reproduziam sem qualquer crítica o que CEOs e analistas diziam, prejudicando, com isso, qualquer um que cometesse o risco de levar a sério suas conclusões).
(...)
Surpreendentemente bem-humorado, Jogo do Dinheiro também usa com sabedoria as piadas que salpicam o roteiro para ressaltar a crueldade do mundo que está discutindo e no qual as pessoas comuns pouco importam.
Afinal, o que realmente interessa são o valor do dólar e os índices da Ibovespa."



sexta-feira, 27 de maio de 2016

Centenas de livros clássicos em domínio público para download grátis


O que é, ao certo, esse tal de “domínio público”?

É o conjunto de obras culturais, alguma tecnologia, alguma informação que esteja livre de direitos autorais.
No Brasil, por exemplo, esses direitos autorais duram por 70 anos contados de 1° de janeiro do ano subsequente ao falecimento do autor.
Na literatura, existem milhares de clássicos que se encontram em domínio público, por isso, resolvemos trazê-los para nossos leitores.
O formato é PDF e você pode ler em leitores de ebook, tablets, smartphones ou pelo próprio computador. Aproveitem.

A Divina Comédia — Dante Alighieri
A Metamorfose — Franz Kafka
Don Quixote. Vol. 1 — Miguel de Cervantes Saavedra
Don Quixote. Vol. 2 — Miguel de Cervantes Saavedra
Cândido — Voltaire
Iluminuras —Arthur Rimbaud
A Esfinge sem Segredo — Oscar Wilde
Viagens de Gulliver — Jonathan Swift
Poemas — Safo
O Elixir da Longa Vida — Honoré de Balzac
Arte Poética — Aristóteles
Via-Láctea — Olavo Bilac
As Viagens — Olavo Bilac
Contos para Velhos — Olavo Bilac
A Mensageira das Violetas — Florbela Espanca
Poemas Selecionados — Florbela Espanca
Livro de Mágoas — Florbela Espanca
Charneca em Flor — Florbela Espanca
Livro de Sóror Saudade — Florbela Espanca
O Livro D’ele — Florbela Espanca
O Guardador de Rebanhos — Fernando Pessoa
Poemas de Fernando Pessoa — Fernando Pessoa
Poemas de Álvaro de Campos — Fernando Pessoa
Poemas de Ricardo Reis — Fernando Pessoa
Primeiro Fausto — Fernando Pessoa
O Pastor Amoroso — Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras — Eça de Queirós
Os Maias — Eça de Queirós
Contos — Eça de Queirós
A Ilustre Casa de Ramires — Eça de Queirós
A Relíquia — Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro — Eça de Queirós
Vozes d’África — Castro Alves
Os Escravos —  Castro Alves
O Navio Negreiro — Castro Alves
Espumas Flutuantes — Castro Alves
Eu e Outras Poesias — Augusto dos Anjos
Eterna Mágoa — Augusto dos Anjos 
Os Sertões — Euclides da Cunha
Canção do Exílio — Antônio Gonçalves Dias
Dom Casmurro — Machado de Assis
Esaú e Jacó — Machado de Assis
Quincas Borba — Machado de Assis
Contos Fluminenses — Machado de Assis
O Alienista — Machado de Assis
As Academias de Sião — Machado de Assis
Memorial de Aires — Machado de Assis
Hamlet — William Shakespeare
O Mercador de Veneza — William Shakespeare
Os Lusíadas — Luís Vaz de Camões
Redondilhas — Luís Vaz de Camões
Canções e Elegias — Luís Vaz de Camões
Fausto — Johann Wolfgang von Goethe
Lira dos Vinte Anos — Álvares de Azevedo
Noite na Taverna — Álvares de Azevedo
Obras Seletas — Rui Barbosa
Odisseia — Homero
Iliada — Homero
Édipo-Rei — Sófocles
Memórias de um Sargento de Milícias — Manuel Antônio de Almeida
A Dama das Camélias — Alexandre Dumas Filho
A Dança dos Ossos — Bernardo Guimarães
A Escrava Isaura — Bernardo Guimarães
A Orgia dos Duendes — Bernardo Guimarães
Seleção de Obras Poéticas — Gregório de Matos
Contos de Lima Barreto — Lima Barreto
Diário Íntimo — Lima Barreto
Brás, Bexiga e Barra Funda — Alcântara Machado
A Capital Federal — Artur Azevedo
Antigonas — Sofócles
A Poesia Interminável —  Cruz e Sousa
As Primaveras — Casimiro de Abreu
Carolina — Casimiro de Abreu
A Princesa de Babilônia — Voltaire 


Além desses, você pode entrar no site Domínio Público do Governo e pesquisar outros títulos.

Fonte: Cultura Alternativa

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Melhores livros dos anos 60


Clássicos maravilhosos dos anos 60.

O mais legal dessa lista, é que muitos clássicos do cinema foram inspirados em alguns livros daqui, como Poderoso Chefão, 2001: Uma Odisseia no Espaço, Laranja mecânica e outros.
Confira a lista de livros filmes dos anos 60 e caso queira adicionar algum, deixe nos comentários.

O Sol é Para Todos – Harper Lee
Um livro emblemático sobre racismo e injustiça: a história de um advogado que defende um homem negro acusado de estuprar uma mulher branca nos Estados Unidos dos anos 1930 e enfrenta represálias da comunidade racista. O livro é narrado pela sensível Scout, filha do advogado. Uma história atemporal sobre tolerância, perda da inocência e conceito de justiça. O sol é para todos, com seu texto “forte, melodramático, sutil, cômico” (The New Yorker) se tornou um clássico para todas as idades e gerações.

Vidas sem Rumo – Susan E. Hinton
Ponyboy quer conquistar a garota dos seus sonhos e provar que pode entrar para a gangue de seu irmão mais velho: os greasers, que usam gel no cabelo, jaqueta de couro e canivete e estão sempre envolvidos em brigas nos terrenos baldios da cidade, sobretudo contra os socs — filhos de famílias ricas. Bandidos, delinquentes, marginais (outsiders) ou apenas jovens à procura de uma saída para uma vida sem futuro? Retrato forte e comovente do universo de sonho, revolta e violência da juventude americana dos anos 1960 e de todos os tempos, Vidas sem rumo é um best-seller mundial e um clássico transformado em filme pelo diretor americano Francis Ford Coppola

Um Estranho no Ninho – Ken Kesey
O livro relata a história de McMurphy, que é preso e, para fugir dos trabalhos da prisão, resolve fingir-se de louco. Enviado ao manicômio, McMurphy começa a viver uma triste e difícil realidade. Vale lembrar que essa história se tornou outro grande clássico nos cinemas, onde o papel principal foi interpretado com maestria por Jack Nicholson. O filme venceu 5 Oscars.

Matadouro 5 – Kurt Vonnegut
Matadouro 5, obra-prima do norte-americano Kurt Vonnegut, conta a tentativa de um ex-soldado americano que lutou na Segunda Guerra Mundial e que assistiu ao bombardeio da cidade de Dresden de escrever sobre a experiência da guerra. O personagem por ele criado, Billy Pilgrim, é um americano bem de vida e interiorano que viaja no tempo, para outros planetas, e revisita diversos momentos da sua própria vida – sendo o ponto crucial da sua existência o episódio em que foi feito prisioneiro durante a Segunda Guerra, quando vivenciou o bombardeio da cidade alemã, em que morreram 135 mil pessoas – o dobro de mortes causadas pela bomba de Hiroshima.

A Fantástica Fábrica de Chocolate – Roald Dahl
Ninguém sabia o que acontecia dentro daquela fábrica de chocolate. Havia gente trabalhando nela, claro, mas ninguém entrava e ninguém saía. Só saíam os doces e os chocolates, bem embrulhadinhos, prontos para serem vendidos. Um dia, os portões da fábrica se abriram para os cinco felizardos ganhadores do Cupom Dourado – e o mistério se desvendou. O leitor é convidado a conhecer o rio de chocolate, a grama de açúcar mentolado, os caramelos de cabelo e mil outras delícias – tudo isso na companhia do incrível Sr. Wonka, o dono da Fantástica Fábrica de Chocolate.