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domingo, 19 de novembro de 2017

Boas-Vindas, Bebê 2 - é leitura obrigatória para os pais

Esse ótimo livro da pediatra Dra. Ana Escobar é leitura obrigatória  para mães e também pais que, como eu, se interessam em aprimorar os conhecimentos na lida com os pequenos. No volume, a Dra. Ana aborda assuntos como segurança no lar,  possíveis acidentes, doenças, bem como as medidas necessárias que devem ser tomadas nas situações mencionadas, dentre outras. Depois da leitura,  minha esposa e eu nos sentimos mais seguros com certos aspetos na lida com nosso bebê. Aliado ao seu pediatra e a outros livro que dizem respeito ao assunto, esse exemplar é uma excelente ferramenta para mães e pais. Em recomendo Boas-Vindas, Bebê 2.

'No segundo volume, Dra Ana Escobar tira as dúvidas dos pais de crianças entre três meses e dois anos de idade. Passados os primeiros três meses após o nascimento, os pais se veem diante de novos desafios e a Dra Ana Escobar continua ajudando as famílias a lidar com as dúvidas em Boas-vindas, bebê 2. A autora dedica este volume a um período de intenso desenvolvimento na vida das crianças, dos três meses aos dois anos. 'Nesta fase, os pequenos passam a se locomover, a conhecer o espaço que os cerca, a entender a dinâmica das relações familiares e as regras de boa convivência social, aprendem a falar, ouvir e se comunicar'. Assim como no primeiro livro, a Dra Ana Escobar se baseou nas dúvidas mais frequentes ouvidas ao longo de 30 anos de experiência como pediatra. Os capítulos abordam temas como - a alimentação; a chegada dos dentes de leite; o desenvolvimento motor; o desenvolvimento da linguagem e o sono. A autora destaca a importância da vacinação e explica como lidar com possíveis reações. No fim da edição, a pediatra trata dos acidentes mais frequentes, com orientações de primeiros socorros em caso de queimaduras, engasgo, quedas e outros imprevistos. A Dra Ana apresenta dicas que se adaptam à realidade de diferentes famílias e trata da escolha entre creche, berçário ou contratação de um cuidador. Para a mãe que optou por cuidar das crianças em tempo integral, ou a que voltará para o mercado de trabalho, há informações que a ajudarão a lidar com as inseguranças trazidas pela maternidade e curtir os primeiros anos de vida do filho com mais tranquilidade.'

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

É normal que tão que tão pequeno meu bebê já pareça bravo?

Sim, é possível, embora não seja a mesma raiva que os adultos sentem. Antes dos 6 meses, as crianças não chegam a ter variações de humor, tendendo simplesmente a chorar por fome, sede, cansaço, desconforto (fralda molhada ou suja, frio ou calor) e dor. Porém, à medida que crescem, novas emoções vão aparecendo, incluindo a frustração. 
"É exatamente a partir daí que os limites precisam começar a ser colocados, pela própria segurança do bebê", afirma o médico Fábio R. Picchi Martins, que tem mais de 25 anos de experiência na área de pediatria. Segundo ele, se isso não ocorrer, "estamos condicionando a criança a ter suas solicitações sempre feitas dessa maneira (através do choro ou da birra)". 
Ao contrário das crianças um pouco mais velhas, braveza e frustração em bebês costumam ser evitáveis ou facilmente contornadas. 
Se o seu filho parece chateado com algum brinquedo, tente trocar por outro; e se ele ficou bravo porque você não o deixou brincar com seu celular, pegue-o no colo e leve até perto da janela para ver o movimento da rua. Há sempre uma boa chance de que uma mudança de atividade acalme a criança -- lembre-se de que, nesta idade, dificilmente um bebê permanece mais que cinco minutos com o mesmo brinquedo. 
Outro problema que pode gerar alterações de comportamento é a falta de rotina. Atrasos no horário de dormir ou comer podem transformar qualquer anjinho na criança aparentemente mais brava do mundo. 
E veja se naquele horário do fim da tarde, quando sempre dá a impressão de que tudo piora, o bebê não está se comportando mal por ter sido estimulado demais durante o dia ou ter tido o soninho encurtado pela presença de visitas na casa. 
Sinais de frustração também tendem a aparecer quando o bebê está prestes a alcançar um novo marco de desenvolvimento, como sentar ou engatinhar, mas ainda não chegou lá. 
Pode ser que ele tente pegar um brinquedo do outro lado da sala e não consiga, gerando algum tipo de reclamação, quer seja o choro ou uma cara muito brava! 
Certifique-se apenas de que seu filho não está constantemente irritado porque isso pode ser sinal de cólica ou até outro problema que precisará de atenção médica especial. Vale a pena conversar com o pediatra se for algo que a esteja incomodando.

Fonte: babycenter

sábado, 11 de novembro de 2017

BISFENOL: PERIGO PRESENTE EM MAMADEIRAS

A mamadeira que você usa para alimentar seu filho pode oferecer riscos à saúde dele. A matéria-prima para a confecção de mamadeiras, o plástico, tem como componente uma substância denominada Bisfenol A.
Bisfenol A entra na composição do plástico para oferecer maleabilidade, ou seja, sem ela o plástico fica duro e quebradiço. Estudos mostram que o acúmulo deste aditivo pode provocar câncer, está também associado à puberdade precoce em meninas, uma vez que imita o hormônio Estrogênio. A substância em questão também está presente em outros objetos plásticos, mas veja agora por que crianças são alvo principal:

A contaminação

Quando aquecemos líquidos dentro da mamadeira, como o leite, por exemplo, esta desloca seus componentes (dentre eles o Bisfenol) para o líquido, sendo assim, o alimento vai ficar contaminado pelas substâncias presentes no plástico da mamadeira. Como as crianças são mais frágeis, acabam se tornando as maiores vítimas.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a quantidade de Bisfenol A presente em mamadeiras (0,6 mg/Kg) não afeta a saúde. Em contrapartida, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), aconselha a suspensão do uso alegando não haver níveis seguros: “na dúvida é melhor não arriscar”.
Mas existem alguns plásticos que não contêm tal substância, é o chamado BPA-free, e por isso sua utilização vem crescendo muito, principalmente em países de primeiro mundo, como os Estados Unidos por exemplo.
O melhor seria substituir a mamadeira de seu filho pelo copinho para servir líquidos, segundo especialistas, este método é mais seguro, uma vez que as mamadeiras são suspeitas de causar danos às articulações faciais e provocar alterações ortodônticas.

Por Líria Alves
Graduada em Química

70 milhões de brasileiros vivem em deserto de notícias

Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo em parceria com o Volt Data Labpublica nesta edição especial do Observatório da Imprensa o “Atlas da Notícia“, levantamento inédito com base em jornalismo de dados sobre a presença ou ausência da imprensa em todo o território nacional.

Foram identificados, nessa primeira etapa do projeto, 5.354 veículos — entre jornais impressos e sites —, em 1.125 cidades de 27 unidades federativas. Um universo que compreende aproximadamente 130 milhões de pessoas, mais de 60% da população brasileira.

Para se entender o conceito de “desertos de notícias”, é preciso, entretanto, olhar para os espaços não contemplados na pesquisa: 4.500 municípios representando 70 milhões de habitantes não têm registros de meios noticiosos impressos ou digitais.

“O Atlas da Notícia é, antes de mais nada, uma ferramenta para conseguirmos enxergar quais as localidades mais carentes de jornalismo no Brasil”, explica Sérgio Spagnuolo, editor do Volt Data Lab, agência de jornalismo de dados que conduziu o levantamento e a pesquisa. “Dessa forma, ao criar conhecimento sobre esses desertos informativos, o Atlas servirá como ponto de partida para entendermos melhor a configuração do jornalismo no país.”

Esta legião de brasileiros — quase 35% da população nacional — não dispõe de notícias sobre sua própria comunidade, vivendo nos chamados “desertos de notícias”, onde não se cobre, entre outras coisas, nem a Prefeitura ou a Câmara Municipal. Não há, nesses territórios, a produção jornalística, o que compromete a capacidade decisória dos cidadãos.

O Atlas é um ponto de partida necessário para possíveis pesquisas imersivas nesses vazios e também nas comunidades em que o jornalismo está presente. Em função do caráter quantitativo do nosso primeiro levantamento, ainda não se pode avaliar a integridade — qualitativa — da prática profissional jornalística.

Num momento de mudanças de paradigmas e de emergência da ideia de pós-verdade, é necessário se voltar a perguntas básicas, como: para que servem as notícias locais ou regionais? Como elas se relacionam com uma noção mais ampla de cidadania?

O projeto se inspira no America’s Growing Deserts of News da revista Columbia Journalism Review. Os números apurados pelo Volt Data Lab se baseiam em três fontes de informações: Secretaria de Comunicação do Governo Federal, Associação Nacional de Jornais (ANJ), além de uma campanha de crowdsourcing.

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Fonte: Observatório da Imprensa