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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Voo Fantasma

Por Fábio da Silva

Voo Fantasma é um desses livros despretensiosos que, ao longo de sua historia, revela uma narrativa bem encadeada que se desenrola de forma linear.
Na trama, o ex-militar Will Jaeger é recrutado por uma emissora de TV afim de liderar um grupo de outros ex-militares em um reality show, nos confins da floresta amazônica, com a missão de encontrar e resgatar os segredos escondidos em um avião perdido da Segunda Guerra Mundial. Só que a tarefa não é tão simples assim, aliás a missão por si só já é das mais difíceis, somado a isso existem forças ocultas do governo norte americano, ligadas a antiga ideologia nazista, que tem interesses na aeronave perdida.
Digno de tornar-se um filme nos moldes hollywoodianos, Voo Fantasma, livro escrito pelo apresentador de reality shows de sobrevivência, o britânico Bear Grylls, surpreende por ser um misto de Indiana Jones, Missão Impossível e Identidade Bourn
Por essas e outras mais, vale à pena ler Voo Fantasma, de Bear Grylls, Editora Record, 462 páginas.

domingo, 23 de setembro de 2018

Clássicos da literatura infantil pelo mundo


Que tal uma volta ao mundo pelas páginas de diferentes clássicos da literatura infantil?
Veja a lista de obras que recomendamos
O instinto de ouvir e contar histórias faz parte do que nos torna humanos.
Quando o homem aprendeu a falar, antes mesmo de desenvolver a escrita, já utilizava o poder das histórias para passar ensinamentos e informações importantes para a sobrevivência de seu grupo, ou tribo.
A ideia de estar ao redor de uma fogueira ouvindo uma lenda sobre a formação do céu é tão atual quanto ver no Youtube um astronauta contando como é seu dia no espaço.
Crianças que ouvem histórias desde cedo desenvolvem a concentração e o poder de raciocínio. Mais do que isso, desenvolvem uma ligação com sua própria história e cultura. Ouvindo, aprendemos.
Por isso é tão importante incentivar a capacidade de ouvir desde cedo.
Veja alguns exemplos do que as crianças ouvem ao redor do mundo.

Literatura infantil pelo mundo – África
Os mais de cinquenta países do continente africano tem tradições tão diferentes quanto as do Marrocos e Madagascar, África do Sul e Costa do Marfim. Os contos reunidos em coletâneas do Brasil normalmente são os vindos de países que têm em comum conosco a história de colonização, como Gana e Nigéria, e a língua portuguesa, como Moçambique e Guiné Bissau.
A tradição dos contos africanos está muito mais ligada à cultura do que a religião e seu ensino é obrigatório por lei nas escolas brasileiras desde 1996, o que faz com que vários contos sejam encontrados em lojas país afora, como Sikulume e Outros Contos Africanos e Ulomma: A Casa da Beleza.

Literatura infantil pelo mundo – Brasil
Ruth Rocha, Ana Maria Machado, Tatiana Belinky e João Carlos Marinho são alguns dos muitos nomes familiares da literatura infanto-juvenil brasileira. Mas o talvez maior sucesso do gênero no Brasil, nas estantes há gerações, é do carioca Ziraldo.
O Menino Maluquinho é uma homenagem tocante, engraçada e muito real à infância. Mineiro criado no Rio de Janeiro, Ziraldoescreve e desenha com uma simplicidade capaz de conquistar adultos e crianças na mesma medida. Outros clássicos do gênero que vieram de sua cabeça são Flicts, O Menino Marrom, O Joelho Juvenal, Rolim, Supermãe e A Turma do Pererê.

Literatura infantil pelo mundo – Colômbia 
A terra do realismo mágico oferece infinitas possibilidades de histórias incríveis para crianças. A literatura infanto-juvenil colombiana ocupa espaço generoso dentro das livrarias do país.
Exemplo de um clássico para crianças colombianas é Conjuros e Sortilégios, de Irene Vasco, que fala português e traduziu as obras da brasileira Ana Maria Machado para o espanhol.

Literatura infantil pelo mundo – Egito
As pirâmides, a esfinge e o deserto são parte do imaginário infantil, muito por causa de filmes e televisão. A coletânea Contos e Lendas do Antigo Egito conta as histórias desses monumentos e locais para crianças usando as belas lendas da terra dos faraós.

Literatura infantil pelo mundo – Indonésia 
História com personagens bichos e lições de moral são a definição de fábulas?—?as mais famosas são as do grego Esopo, autor de A Lebre e a Tartaruga e A Cigarra e a Formiga.
A Grande Corrida vem da mesma tradição, mas se passa no Sudeste Asiático e conta a história de um kanchil, um mamífero veloz encontrado nas florestas da Indonésia.

Literatura infantil pelo mundo – Itália. 
Inspiração para o desenho da Disney, o Pinóquio do Gepeto é italianíssimo. Criada em 1881 por Carlos Collodi, em Florença, a história ganhou alcance mundial com a versão animada nos anos 1940 e tem versões na Rússia, Japão e Brasil.
A saga de como Pinóquio deixa de ser um boneco de madeira e se torna um menino humano tem nada menos que 36 capítulos. A Companhia das Letras publicou a história original do Pinóquio em português.

Literatura infantil pelo mundo – Japão. 
Castelos, dragões e contos de fada. Seria como uma história dos irmãos Grimm, se não viesse de uma terra muito mais distante?—?o Japão. Os clássicos da literatura infantil japonesa são cheios de seres mitológicos e histórias sobre honra e amizade.
No Brasil, que tem a maior comunidade japonesa fora do Japão, As Histórias Preferidas das Crianças Japonesas foram publicadas em dois volumes bilíngues reunindo 36 desses contos. Servem como iniciação ao universo mágico da terra do sol nascente, que é ao mesmo tempo tão distante e tão próxima dos brasileiros.
As belas ilustrações são do artista Yoshisuke Kurosaki, um dos desenhistas mais importantes do Japão.

Literatura infantil pelo mundo – Russia.
A história da Baba Yaga, com sua casa móvel sobre pernas de galinha, é talvez a mais conhecida do folclore russo mundo afora. Mas um país com uma tradição literária tão rica tem muito mais, é claro. Camponeses, monstros e princesas se unem a cossacos, popes e bogaries nas histórias ancestrais.
No Brasil é possível conhecer esse universo em Sete Contos Russos, que traz skázkas (ou lendas) adaptadas para o português pela escritora Tatiana Belinky, brasileira de origem russa.


segunda-feira, 30 de julho de 2018

Dia do escritor | Os livros que todo nerd precisa ler

O Dia do Escritor foi instituído em 1960 por João Peregrino Júnior e Jorge Amado, respectivamente presidente e vice-presidente da União Brasileira de Escritores. A data foi escolhida porque no dia 25 de julho daquele ano foi realizado o I Festival do Escritor Brasileiro.
Claro que a data não poderia passar batida, por isso o Canaltech preparou uma lista com alguns dos melhores livros nerd pra você ler e, de quebra, homenagear os autores que proporcionaram e continuam proporcionando ao público momentos tão mágicos e imersivos em suas histórias. Confira.

O Senhor dos Anéis - J. R. R. Tolkien

A trilogia O Senhor dos Anéis é um dos maiores clássicos da literatura nerd. Com milhões de cópias vendidas, a obra escrita pelo britânico J. R. R. Tolkien entre 1937 e 1949 continua encantando leitores de todas as idades de todo o mundo. Composta por três livros, A Sociedade do AnelAs Duas Torres e O Retorno do Rei, a narrativa conta a história de diversas raças da Terra Média, incluindo humanos, elfos, orcs, etc, na luta para salvar o mundo das forças do mal. 

2001: Uma Odisseia no Espaço – Arthur C. Clarke

Você sabia que o clássico dos cinemas 2001: Uma Odisseia no Espaço tem uma versão mais detalhada em livro? Pois é! Enquanto o roteiro do filme era preparado, o escritor Arthur C. Clarke trabalhou na história mais cuidadosamente, lançando a obra em 1968, logo depois da exibição do longa. O livro acompanha o leitor em diversas aventuras e proporciona reflexões atuais, como a possibilidade de haver vida extraterrestre. 

Neuromancer - William Gibson

Publicado em 1984, Neuromancer explora diversos assuntos bastante atuais: o ciberespaço, a exploração espacial, a realidade virtual, a inteligência artificial, a biotecnologia e os hackers. Na trama escrita por William Gibson, o leitor acompanha Case, um cowboy que hoje seria considerado hacker e que é impedido de entrar no mundo virtual depois de ter enganado seus patrões. 

Admirável Mundo Novo - Aldous Huxley

Escrito por Aldous Huxley em 1932, Admirável Mundo Novo narra a história de uma sociedade futurista que passa por uma enorme lavagem cerebral. Apesar de ter sido escrito há mais de 80 anos, o livro leva o leitor para um universo de questionamentos sobre a cultura atual e sobre as mudanças que o mundo tem passado nas últimas décadas. Ao longo da trama, a obra mostra cenários que têm se tornado cada vez mais presentes no mundo contemporâneo, como a fertilização in vitro, a manipulação genética e os psicotrópicos.

Cosmos - Carl Sagan

Lançado em 1980, Cosmos é um dos livros mais famosos de Carl Sagan. Mesmo tendo quase 40 anos, a obra se mantém atualizada, já que explora o interesse das pessoas pela ciência. No livro, o autor retrata bilhões de anos de evolução, trabalhando em cima de assuntos como a origem da vida, as culturas antigas, a natureza, as missões espaciais e, claro, o ser humano. 

Planolândia - Edwin A. Abott

Escrito em 1884 por Edwin A. Abbott, Planolândia mistura ficção, matemática e física em uma narrativa em primeira pessoa. Na saga, as personagens são figuras geométricas ambientadas em um universo bidimensional, onde a ordem é mantida através de autoridades poligonais e circulares. Apesar de descrever um mundo de fantasia, na verdade o livro tem como base uma enorme crítica social da cultura vitoriana.

Trilogia da Fundação - Isaac Asimov

Trilogia da Fundação reúne três livros de Isaac Asimov: FundaçãoFundação e Império e Segunda Fundação. Eleitas como a melhor série de ficção científica e fantasia em 1966, as obras colocam o leitor em um universo de mistério e ação. A narrativa conta a história da humanidade em um futuro distante, onde a existência do homem e de todo o conhecimento pode estar ameaçada. 

O Guia do Mochileiro das Galáxias - Douglas Adams

A "Trilogia de Cinco", composta por obras que tiveram origem como uma série de rádio na BBC, em 1978, continua fazendo milhões de fãs em todo o mundo. Leituras obrigatórias de todo geek, os títulos trazem questionamentos sobre a vida e o mundo de forma descontraída. O primeiro volume da "trilogia", e o mais famoso, é O Guia do Mochileiro das Galáxias, que conta a história de Arthur Dent. Na saga, a casa e o planeta do protagonista são destruídos, então Dent inicia suas aventuras com o companheiro Ford Prefect em uma nave alienígena. 

Viagem ao Centro da Terra – Júlio Verne

O clássico da ficção científica retrata, em vez de cenários fora da Terra, a exploração do centro do planeta, como o próprio nome sugere. Escrito por Júlio Verne em 1864, o livro conta a história de Axel, seu tio Lidenbrock e sua discípula Graüben. Na trama, Lidenbrock encontra um criptograma em um manuscrito do século XVI que revela um atalho para se chegar até o centro da Terra, colocando os personagens em aventuras por cenários misteriosos. 

Androides sonham com ovelhas elétricas? - Philiph K. Dick

Androides sonham com ovelhas elétricas?, de Philip K. Dick, foi publicado em 1968 e conta a saga de Rick Deckard, um caçador de recompensas ambientado em um cenário pós-apocalíptico. Na história, o personagem resolve ficar na Terra, mesmo depois da sua devastação, e tem o desejo de trocar sua ovelha de estimação elétrica por um animal de verdade. Pensando nisso, Deckard começa a perseguir seis androides fugitivos para aposentá-los, mas uma crise moral se inicia quando ele percebe que a linha que separa o real e o fabricado é bastante tênue.

A Máquina do Tempo – H. G. Wells

Escrito por H. G. Wells e publicado em 1895, o livro conta a história de um cientista/inventor que revela a um grupo de homens ter descoberto como viajar através do tempo. Diante da desconfiança de seus convidados, o protagonista decide provar a engenhoca, viajando para o ano de 801.702. Durante a viagem, o personagem se depara com cenários bizarros e uma nova espécie humana, levando-o a tentar encontrar respostas sobre o futuro do planeta.

Fonte: Canaltech

domingo, 3 de junho de 2018

O Último Grito


Para aqueles que não conhecem Thomas Pynchon, hoje é o dia de conhecer esse escritor vencedor do National Book Awards. Para Harold Bloom, um dos maiores críticos literários americanos de todos os tempos, Thomas Pynchon é um dos romancistas canonizáveis de seu tempo. Seu nome é sempre lembrado para o Prêmio Nobel de literatura.

Sua ficção abrange vários temas, como física, filosofia, música pop, cinema, drogas, psicologia e quadrinhos. E dessa absurda miscelânea humorística e ao mesmo tempo poética, o autor explora um gênero próprio, chamado de estética da paranoia. Nunca concedeu entrevistas e nunca se deixou fotografar. Suas fotos conhecidas são de sua juventude.

O livro foi lançado em 2013, ou seja, bem depois dos eventos do 11 de Setembro, portanto não é um livro profético, mas uma interpretação daquele evento. Se você gosta de temas como conspiração global, fantasias apocalípticas, células terroristas, cibernética, balística, órgão ligados a inteligência de governo, leia-se CIA, tragédias jacobinas, mensagens codificadas pelo correio e dois aviões espatifando-se contra as Torres Gêmeas, você vai adorar “O Último Grito”, de Thomas Pynchon. O livro relata o nascimento da era da internet, que coincide com a era do terror. Uma coincidência? Bem, pode até ser, mas o autor deixa no ar algo inquietante, que você, leitor, poderá decidir se é uma teoria da conspiração (zeitgeist) ou apenas uma lógica paranoica.

(...)

Quando o romance começa, no primeiro dia de primavera em 2001, com as primeiras folhas de árvore florescendo em Nova York, o leitor já está em alerta máximo para os eventos do final do verão. A atmosfera – tanto o otimismo idealista sobre a internet como o mundo digital-para-todos e o cinismo sobre como ela pode ser monitorada e monetizada – soa verdadeira. Nas primeiras cinquenta páginas, lemos o primeiro de muitos prenúncios dos eventos que estão por vir. Como, por exemplo, a grande crise das empresas ponto com.

O livro é narrado na terceira pessoa. A protagonista, Maxine Tarnow, trabalha em um pequeno negócio de investigação de fraudes no Upper West Side, perseguindo diferentes tipos de vigarista do baixo escalão. Mas sua licença de investigadora foi retirada há algum tempo, o que acabou sendo positivo porque, com isso, ela está livre para alçar voos maiores, seguindo o seu próprio código de ética, como, por exemplo, carregar uma Beretta em sua bolsa, invadir contas bancárias de pessoas inescrupulosas, sem ter culpa alguma, e aproveitar as suas conexões mais sombrias.

Maxine Tarnow é mãe divorciada e tem dois filhos. Ela professa a fé judaica, é uma mulher corajosa e teimosa, sempre à procura de resultados morais e justos, por métodos de trabalho nem tão morais assim. Esse detalhe sobre a protagonista atravessa todo o romance. Como sua idade não é mostrada, acredito que ela deva ter mais ou menos uns trinta e sete ou oito anos (?). Maxine está criando seus dois filhos, Otis e Ziggy, sem nenhuma ajuda financeira real de seu ex-marido, Horst Loeffler.

Maxine começa a investigar as movimentações suspeitas da Hashslingrz, uma empresa de segurança de computadores, a pedido de seu amigo Reg Despard, um documentarista e ativista que produz filmes provocadores de atividades militares suspeitas no Oriente Médio.

Em um primeiro momento, Maxine não acredita, mas depois ela vai investigar e descobre uma firma administrada por um vilão, o CEO empresário da internet Gabriel Ice. Um homem frio, intensamente secreto e vingativo, mas ele também pode ser algo mais. Maxine começa a acreditar que a bolha das empresas ponto com pode ter sido fabricada. Isso a atrai para um mundo sombrio de hackers, com links para os serviços de segurança e a máfia russa. Podemos ouvir Sinatra cantando: New York! New York!

O primeiro desses lugares escuros é uma empresa ponto.com sinistra chamada Hashslingrz. Enquanto a maioria das empresas de informática despenca no mercado, essa empresa estranhamente parece estar florescendo e, ao que parece, ela desvia secretamente fundos para uma organização simulada no Oriente Médio.

(...)

As referências à cultura pop são fartas, Há uma canção de Britney Spears citada no primeiro capítulo e um karokê onde Steely Dan é citado. Personagens reais e ao mesmo tempo inventadas, mas Pynchon está conduzindo essa história e você estará junto nesse passeio. Todas essas referências citadas em “O Último Grito” é, no fundo, um romance sobre o 11 de Setembro. O autor levanta um espelho para os nossos piores medos, como, por exemplo, a cumplicidade da CIA nos atentados de 11 de Setembro, a  manipulação do mercado de ações através dos insider trading. Todas essas perguntas são deixadas sem respostas.

(...)

Maxine, cínica como ela é, está preocupada em trazer a corrupção à luz dos vulneráveis dos canalhas. Pychon está do lado dela. Ao navegar na Deep Archer, ela descobre que seus filhos, Ziggy e Otis, criaram sua própria cidade lá: uma versão de Nova York pré 11 de Setembro chamada Ziotisópolis. Uma cidade misericordiosa. Em contraste com as artimanhas que consomem a maior parte do romance, “O Último Grito”, de Thomas Pychon, é um livro escrito por um gênio e que merece um lugar de honra na sua estante.




quinta-feira, 10 de maio de 2018

Clássicos da literatura para download gratuito


Livros clássicos e ainda aproveite para treinar seu inglês

Agora você pode reunir os principais clássicos da literatura no seu computador ou tablet e ainda aprimorar seus conhecimentos na língua inglesa.

Selecionamos 41 livros para download e o melhor: gratuitos!

Monte sua própria biblioteca virtual: tem livro para o ano inteiro, basta escolher um deles agora e boa leitura!

1. FÁBULAS DE ESOPO, ESOPO

2. TRÊS ESPÍRITOS DO NATAL, DE CHARLES DICKENS

3. AGNES GREY, DE ANNE BRONTE

4. ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS, DE LEWIS CARROLL

5. THE COMPLETE HANS CHRISTIAN ANDERSEN FAIRY TALES, DE HANS CHRISTIAN ANDERSEN

6. ANNE OF GREEN GABLES, DE LUCY MAUD MONTGOMERY

7. RETRATO DO ARTISTA QUANDO JOVEM, DE JAMES JOYCE

8. A VOLTA AO MUNDO EM 80 DIAS, DE JÚLIO VERNE

9. PARA ALÉM DO BEM E DO MAL, DE FRIEDRICH NIETZSCHEO

10. NA PIOR EM PARIS E LONDRES, DE GEORGE ORWELL

11. DUBLINENSES, DE JAMES JOYCE

12. EMMA, DE JANE AUSTEN

13. EREWHON, DE SAMUEL BUTLER

14. FRANKENSTEIN, DE MARY SHELLEY

15. CONTOS DE GRIMM, DE IRMÃOS GRIMM

16. O CORAÇÃO DAS TREVAS, DE JOSEPH CONRAD

17. RAPTADO, DE ROBERT LOUIS STEVENSON

18. NORTHANGER ABBEY, DE JANE AUSTEN

19. PARAÍSO PERDIDO, DE JOHN MILTON

20. PERSUASÃO, DE JANE AUSTEN

21. POLLYANNA, DE ELEANOR H. PORTER

22. ROBINSON CRUSOE, DE DANIEL DEFOE

23. TARZAN, O FILHO DAS SELVAS, DE EDGAR RICE BURROUGHS

24. AS AVENTURAS DE TOM SAWYER, DE MARK TWAIN

25. O GRANDE GATSBY, DE F. SCOTT FITZGERALD

Estes são apenas alguns exemplos. Para ver a lista completa, bem como baixar os livros gratuitamente, acesse o link:

http://culturaalternativa.com.br/classicos-da-literatura-para-download-gratuito/


Fonte: Cultura Alternativa

terça-feira, 8 de maio de 2018

Filha de Steve Jobs vai lançar um livro de memórias sobre relação com o pai


Steve Jobs vem sendo reconhecido pelo seu trabalho com a Apple mesmo após a sua morte, em 2011.

Agora, quem presta homenagem ao criador da marca mais querida pelos millennials é sua filha, Lisa Brennan-Jobs, que serviu de inspiração para batizar um dos primeiros computadores pessoais da companhia.

Lisa anunciou que vai lançar um livro de memórias no próximo dia 4 de setembro, não exatamente sobre a história de seu pai, mas sim sobre a participação que o executivo teve em sua vida ao longo dos anos que esteve vivo.

A editora da publicação, Grove Press, descreve a obra como "uma história sobre crescer em mundos diferentes e os desafios de ter um pai famoso e imprevisível".

Esta será a primeira vez que Lisa fala tão abertamente sobre o relacionamento com Jobs. Uma das últimas vezes que isso aconteceu foi para a produção do filme biográfico Steve Jobs.

Lisa e sua relação com Jobs

Aos 39 anos, Lisa é a filha mais velha de Steve Jobs com sua antiga namorada Chrisann Brennan, e sua relação com o pai nunca foi tranquila.

No início, o cofundador da Apple negou a paternidade de Lisa mesmo após a comprovação de que ela era realmente sua filha biológica. Ele até se recusava a pagar pensão, valor que aumentou quando a Apple surgiu na mídia como uma empresa promissora.

Questionado sobre o nome que deu ao computador LISA, Jobs, na época, afirmava que aquilo, na verdade, era uma sigla para "Local Integrated System Architecture". Porém, alguns anos depois, ele assumiu que era uma homenagem à filha.

Fonte: Canaltech

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Lembranças da Meia Noite

Excelente obra do mestre do suspense Sidney Sheldon. Apesar de não ter lido o primeiro livro, está continuação não deixa lacunas em sua história, possibilitando assim, sua leitura de forma independente do primeiro. Eu recomendo.

Confirma a sinopse:

Nesta empolgante continuação de o outro lado da meia-noite, Catherine Douglas tenta recordar o que aconteceu na noite em que perdeu a memória. O que o poderoso empresário Constantin Demiris não quer que ela se lembre é de quem tentou assassiná-la: o próprio marido, com a ajuda da amante, a atriz Noelle Page. O milionário conseguiu fazer com que ambos fossem condenados à morte pelo homicídio de Catherine, um crime que nunca aconteceu. Para evitar que a verdade venha à tona, ele manterá toda a sua atenção em Catherine...e, se preciso for, irá até as últimas consequências para silenciá-la.