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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Clube do Chaves aumenta audiência do SBT em 70% durante a tarde

Emissora retomou seriado mexicano após ter reduzido sua frequência em 2016


Provando que reduzir sua frequência de exibição em 2016 foi um erro, o SBT viu um aumento de 70 % no seu público durante a tarde ao introduzir o bloco Clube do Chaves, que transmite Chaves, Chapolin e Dr. Chapatin no horário anteriormente ocupado pelo programa Fofocando. A informação é da Folha.

Exibido entre 2001 e 2002 na grade do canal, o programa é uma releitura do "Programa Chespirito", exibido no México entre 1970 e 1973 e 1980 e 1995, onde o SBT junta os personagens clássicos do humorista em uma exibição.

Fonte: Omelete

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

EZEL - Teledramaturgia de qualidade exibida no horário nobre da Band

Por Fábio da Silva

Olá, caros leitores e seguidores! Geralmente, por volta das 20:30h, eu me recolho para realizar uma boa leitura, estudar ou escreve, mas vez por outra acompanho minha esposa no ato de assistir novela. Ai vocês devem estar se perguntando por que eu estaria postando sobre uma novela por aqui, pois bem, já me explico: a novela em questão não é uma novela qualquer, não aquelas novelas globais (com tramas descabidas e que apelam para a sexualidade), não aquelas novelas no SBT (com atuações exageradas dos atores mexicanos). Pois bem, a novela em questão é uma novela turca (aposta da Band nos últimos anos), isso mesmo uma novela europeia baseada na clássica obra do francês Alexandre Dumas, "O Conde Monte Cristo", que inclusive foi adaptado para o cinema.

Livro

Filme

Na trama, adaptada para os dias atuais, o personagem principal chamado Ezel que dá titulo a novela, foi traído por seus amigos e deixado na prisão para morrer. Em seu cárcere, ele encontra um mestre, um conselheiro que se torna seu tutor e o orienta em sua jornada de vingança. Tal como na história de Dumas, o personagem principal era um "zé ninguem", um homem simples e sem maldade, contudo o tempo na prisão e a amizade que fizera com um dos dos chefões da comunidade carcerária, o fortaleceu e proporcionou a ele certa fortuna. Retornando a liberdade, Ezel pode finalmente dar curso a sua vingança, que é desmascarar e acabar com aqueles que o trairam.

Diga-se de passagem a trama tem poucos personagens o que na minha opnião é bem melhor a nível de desenvolvimento da história que possue muitos pontos de trama (pontos de virada). Como disse certa vez uma professora minha de faculdade da qual não me recordo o nome "menos muitas vezes é mais". A novela turca consegue fazer e muito com poucos personagens. Fica aí uma boa aula para a teledramaturgia nacional, uma vez que as mulheres da minha família (esposa, mãe, sogra etc) queixam-se muito das nossas novelas seja por questões apelativas como a sexualidade, seja por questões de retratar uma realidade muitas vezes que chegam a influenciar nossos filhos negativamente "a moça da novela faz assim", ou "o ropaz respondeu daquele jeito o seu pai, por que não posso falar também desse jeito?" E até mesmo os homens (meu pai e meu sogro) só tecem elogios as produções da teledramaturgia turca.

Para quem tiver curiosidade em assistir a trama de EZEL, basta sintonizar no canal da Band, depois do jornal do Boechat por volta das 20:30h. Vale à pena conferir.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Caverna do Dragão: 30 anos de um dos finais mais frustantes do mundo das séries

Cultuada animação baseada em Dungeons and Dragons terminou antes de seu último episódio. Conheça o boato e a (provável) verdadeira história final.


O dia 7 de dezembro é uma data marcante para muitos espectadores dos anos 80 e 90. Há exatos 30 anos, chegava ao fim, de maneira abrupta e controversa, um dos desenhos mais cultuados de seu tempo: Caverna do Dragão.

De premissa simples, a série acompanha um grupo de seis jovens que embarcam numa montanha russa e vão parar em outra dimensão, com poderes para sobreviver num mundo de magia. Ao seu redor, três grandes personagens: o Mestre dos Magos, que surgia, dava um conselho e de repente sumia; o vilão Vingador; e um dragão de cinco cabeças, Tiamat. E é só. Se não conhece, faça um favor a si mesmo: vá correndo ver!


Baseada no RPG "Dungeons and Dragons" (que só chegaria ao Brasil após o sucesso do desenho), a série criada por Gary Gygax foi produzida pela Marvel Productions e TSR, Inc., sendo um sucesso de audiência em seus dois primeiros anos de exibição na CBS. Na terceira temporada, a atração perdeu espaço para Os Smurfs. Tornou-se uma incógnita para os seus realizadores.


Caverna do Dragão foi uma série ousada. Eric era bobo, Uni era fofa, mas a essência do programa era pouquíssimo infantil. Magos, demônios e monstros coexistiam numa atração que muitas vezes se mostrou sombria. Sobre a linha tênue de uma temática mais adulta, optou-se pela não renovação. A série foi cancelada ao fim de 27 episódios — e antes do último. Para revolta dos fãs.



O boato do Inferno


O cenário de insatisfação pelo brusco término de Caverna do Dragão foi propício para o nascimento de um grande boato. Segundo a creepypasta, Hank, Eric, Diana, Sheila, Presto e Bobby teriam sofrido um acidente na montanha russa e morrido. O Reino seria, na verdade, o inferno. O Vingador e o Mestre, duas versões de um mesmo diabo. O unicórnio Uni seria o seu agente espião, por isso responsável por frustrar os planos de retorno à casa dos jovens. O dragão Tiamat, esse, sim, um anjo. Sua missão: avisá-los de que jamais voltariam pra casa.

Esse teor sombrio é, de fato, peculiar a Michael Reaves, roteirista responsável pelo episódio final e todos os outros mais pesados da atração. Porém, tudo invenção. A lenda tomou proporções tão grandes que o próprio fez questão de desmenti-la: "Essa história toda é absurda", disse Reaves, embora admitindo que levou Dungeons and Dragons o mais longe que pôde em termos de um programa infantil — e que por isso não se importaram em produzir o desfecho da série. Coube a um cartunista brasileiro fazê-lo.




Reinaldo Rocha produziu o 28º episódio de Caverna do Dragão em quadrinhos. Intitulada "Requiem", a versão não oficial homônima adapta o suposto texto de Michael Reaves. Esse final também possui teor adulto e um tom de polêmica, pois mostra que o Mestre dos Magos realmente — ao seu modo — manipulava os jovens. O motivo, ao menos, tinha sua nobreza: recuperar o Vingador, seu filho, desvirtuado para seguir um mestre "Cujo Nome Não Pode Ser Dito".

Para não estragar mais, não vou contar o que acontece no resto do episódio. Se também é um fã viúvo do fim de Caverna do Dragão, clique na capa abaixo e confira a versão não oficial em quadrinhos de seu aguardado desfecho. Se prefere o final em aberto e ter a sua própria versão da história, compartilhe com a gente aqui embaixo.

Requiem: O final de Caverna do Dragão



Fonte: AdoroCinema

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

MacGyver: Reboot de James Wan (Velozes & Furiosos, Jogos Mortais) será produzido para a televisão


MacGyver ganhará mesmo um reboot, só que não no cinema, mas na televisão. Segundo o The Hollywood Reporter, a CBS será a parceira de produção dos experientes James Wan (Jogos Mortais, Velozes & Furiosos, Aquaman), Henry Winkler e R. Scott Gemmill (NCIS: Los Angeles), que também cuida do roteiro do piloto.

A nova produção terá a mesma premissa da série original da ABC, estrelada por Richard Dean Anderson em 139 episódios entre 1985 e 1992. A diferença mais significativa será a idade do protagonista (um homem dotado de habilidades nada convencionais que atua para uma organização clandestina na prevenção de grandes desastres), que terá 20 e poucos anos.

Fonte: AdoroCinema

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

"MacGyver", personagem da série dos anos 80, vira verbo no dicionário Oxford

De Vitória Pratini


Consertou algo de maneira improvisada? "MacGyvereou"!

Pense rápido: a quem você recorreria se estivesse com um problema e precisasse se uma saída rápida ou se precisasse consertar algo mas não tivesse a ferramenta certa? Você sabe o nome: MacGyver. O agente conhecido por resolver problemas usando objetos comuns, como um cabide para consertar uma maçaneta quebrada, um clipe de papel para desativar uma bomba ou uma goma de mascar para construir uma, foi a sensação dos anos 80 e 90, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

A série 
MacGyver - Profissão Perigo foi tão marcante que resolver algo de forma criativa e inusitada popularmente se tornou "dar uma de MacGyver" ou "agir como MacGyver". Assim, não é de se surpreender que o sobrenome do agente interpretado por Richard Dean Anderson tenha entrado para o Dicionário Oxford, um dos mais tradicionais da língua inglesa. Só que, surpresa, foi como um... verbo!


Isso mesmo! Agora é possível, oficialmente, "MacGyverear" (ou seria "MacGyvear"?). Na língua inglesa, pelo menos, podemos, já que ainda não há tradução nem conjugação em português para a palavra.

De acordo com o 
dicionário online, MacGyver significa "fazer ou reparar (um objeto) de um jeito improvisado ou inventivo, fazendo uso de qualquer item que esteja à mão". 

Como ficaria em uma frase, então? Caso houvesse tradução, ficaria assim: "Ele 'MacGyvereou' um macaco improvisado com um tronco de árvore", "Ela tem óculos 'MacGyverados' com fita adesiva", "Você consertou o parabrisas com fita e elástico? MacGyvereou!".

Outras palavras da ficção que recentemente ganharam um espaço no dicionário foram: 
hoverboard - o skate voador de De Volta para o Futuro 2 -, e holodeck - a câmara de experiência holográfica ou ambiente simulado por computador, inspirado na série de TV Jornada nas Estrelas: A Nova Geração.

E você, já "MacGyvereou" algo hoje?


Fonte: AdoroCinema