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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

A Travessia usa tecnologia para recriar um momento de beleza sobre o WTC


Quando os primeiros raios da manhã iluminaram a Nova York de 7 de agosto de 1974, o francês Phelippe Petit caminhou sobre as nuvens. Quase literalmente. Em um cabo esticado entre as torres gêmeas do recém-inaugurado World Trade Center, o equilibrista não só atravessou o vazio uma vez, mas passou quase uma hora zanzando de um prédio para outro, ora contemplado o vazio, ora deitando no arame, para o espanto de quem o observava uma imensidão abaixo. Ele foi preso quando finalmente terminou seu feito, aplaudido por construtores da obra – e depois, pelo mundo.

Sua história está bem documentada no excelente documentário Man on Wire, de 2008. Mas faltava uma coisa: não existe nenhum registro em vídeo do “golpe” de Petit – era assim que ele chamava sua caminhada. O diretor Robert Zemeckis decidiu remediar este vácuo. A Travessia coloca Joseph Gordon-Levitt no papel do equilibrista e o melhor da tecnologia cinematográfica para assumir o lugar do WTC, que virou pó em 11 de setembro de 2001. O resultado é não só extraordinário, mas quase literalmente de tirar o fôlego.


A Travessia, num resumo rabiscado, é Zemeckis sendo Zemeckis. O diretor encontra o centro emocional da jornada de Petit e transforma seu feito num verdadeiro heist movie, um “filme de roubo”, só que sem vítimas. O francês viu a imagem do WTC numa revista quando estava no dentista, ainda em Paris, e tornou-se obcecado em esticar seu arame no vão entre os prédio e caminhar sobre ele. Não por fama, ou por um desejo de morrer que o levaria ao alto: era sua arte, e ele queria que ela fosse imortal. É também pela arte que Zemeckis, ao lado do roteirista Christopher Browne, recria sua jornada, desde o planejamento do evento, convocando “cúmplices” para realizar seu “golpe”, como o mesmo batizou a empreitada, até a caminhada solitária e quase onírica em um arame erguido entre as torres.

Boa parte de A Travessia, portanto, é dedicada a entender o que leva um sujeito comum (ou quase) atravessar um oceano para arriscar a vida em nome de uma performance. O mérito recai nos ombros de Levitt, que em nenhum momento santifica a imagem de Petit: ele é mostrado como um sujeito obsessivo, não poucas vezes rude e arrogante, que encarava seus asseclas como assessório para sua própria exaltação. Ainda assim, é impossível não mergulhar em sua viagem, e o diretor não mede esforços para mostrar que, por trás do sujeito compulsivo e irredutível, também havia um artista, e nada poderia ficar entre ele e sua obra-prima.


Essa beleza, claro, está no outro “personagem” de A Travessia, o próprio WTC. Não que os habitantes de Nova York enxergassem qualquer maravilha no colosso de vidro e concreto erguido ao sul da ilha de Manhattan: para muitos, não passava de um gigantesco arquivo, feio e sem personalidade, fruto dos excessos de uma região – Wall Street – movida a dinheiro. Para recriar não só as torres, mas também a cidade nos anos 70, Zemeckis usou um canvas digital irretocável. Não contente em mostrar o feito de Petit, ele queria que a plateia se sentisse como ele, vertiginosamente pendurada em um dos pontos mais altos do mundo. A vista é espetacular, e nem por um segundo é possível duvidar que tudo aquilo não seja real.

Essa alquimia cinematográfica, uma mistura de emoção genuína e feito tecnológico que o diretor usou em filmes tão diferentes como De Volta Para o Futuro, Uma Cilada Para Roger Rabbit e Forrest Gump, fazem de A Travessia uma experiência única, melhor desfrutada em 3D e, de preferência, numa tela Imax. É cinema com suas melhores ferramentas, executado para contar uma história de pessoas de verdade. Um conto de fadas real que consegue, por alguns momentos, devolver ao World Trade Center sua majestade, revelando uma beleza e uma poesia enxergada por Petit e por ele compartilhada com o mundo. Zemeckis consegue colocar a plateia lá no alto, ao lado de Phelippe, um lugar tão maravilhoso e cheio de promessas que agora pertence a nossos sonhos.


Fonte: UOL Cinema

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Assista ao primeiro teaser trailer legendado de Mogli - O Menino Lobo!

Por Laísa Trojaike

Com um clima muito mais pesado do que a animação original, Mogli - O Menino Lobo acaba de ganhar um incrível teaser trailer legendado! Preparado para ver Mogli (Neel Sethi), Bagheera (voz de Ben Kingsley), Kaa (voz de Scarlett Johansson), o Rei Louie (voz de Christopher Walken), Raksha (voz de Lupita Nyong’o), Baloo (voz de Bill Murray), Akela (voz de Giancarlo Esposito), Gray (voz de Emjay Anthony) e o terrível Shere Khan (voz de Idris Elba)?


Jon Favreau dirige a partir de um roteiro de Justin Marks e Rudyard Kipling (autor do livro original), que acompanha a aventura de um pequeno humano em meio à selva. Órfão, ele foi criado por lobos e cresceu sob os cuidados de uma pantera negra. Quando os animais resolvem devolvê-lo aos humanos, eles precisarão tomar cuidado com o tigre que quer matar o menino.



A adaptação live-action da animação da Disney Mogli - O Menino Lobo estreia nos cinemas do Brasil em 14 de abril de 2016



Saiba mais sobre o filme O Livro da Selva ou confira a nossa lista de filmes de aventura.




Fonte: Cinema10

sábado, 5 de setembro de 2015

Daniel Craig fala sobre a misoginia de James Bond e crava: 007 Contra Spectre é "dez vezes Skyfall"

De Rodrigo Torres 



Só que o ator não deixou claro se é dez vezes mais clássico ou dez vezes melhor – como também não disse se voltará a viver o personagem.

A franquia 007 é a mais longa da história, tem lá seus altos e baixos, e um de seus melhores momentos foi em 007 - Operação Skyfall, um filme muito elogiado pelo público, pela crítica e até vencedor de Oscar. Não à toa o diretor Sam Mendes relutou em retornar à cinessérie em 007 Contra Spectre; não à toa, até o protagonista Daniel Craig teve medo de voltar a viver James Bond na telona.



"'Que po**a nós vamos fazer?' Acho que todo mundo estava assustado, compreensivelmente", disse ele, em entrevista à Esquire, para então explicar a responsa que é realizar a sequência do "maior filme britânico de todos os tempos": "O que isso significa? Daonde iremos a partir daqui? Como se processa isso? Poderia ser uma corda no pescoço de todos. Acabou que não foi, mas houve uma grande pressão no início."

Spectre representa um retorno às origens de James Bond, o que contrasta em espírito com a nova roupagem implementada em Operação Skyfall. Essa mudança, porém, foi para melhor – muito melhor – segundo Daniel Craig: "O canône do clássico Bond está no lugar, eu me pergunto. "Vezes 10!", disse Craig, empolgado, quase berrando, sorrindo, até levantar sua cerveja e repetir: "É Skyfall vezes 10!" Entenda como quiser.

Daniel Craig falou muito abertamente sobre outro tema interessantíssimo, e espinhoso: a misoginia do agente 007. "Ainda bem que Bond não é [mais] tão sexista e misógino. O mundo mudou. Eu certamente não sou assim. Mas ele é, e aí? E aí que você escala grandes atrizes e faz as personagens tão boas quanto puder para as mulheres nos filmes", disse o ator, indicando que a incrível Léa Seydoux e Naomie Harris como a nova Miss Moneypenny tiveram tal sorte em Spectre.



Apesar disso, ele destaca uma complexidade específica em James Bond, como dormir com mulheres lindas e ser essencialmente triste. Algo que enriquece o personagem, interpretado por Craig pela quarta vez – e quantas mais? "Eu não sei. Eu realmente não sei. Sinceramente", jurou o ator britânico, dizendo que nem consegue pensar nisso porque "tem uma vida" e pretende deixar as coisas acontecerem, e só depois, no momento certo, decidir isso. Você, deseja que ele volte?

Ao menos uma vez ele volta, já tem data marcada: 5 de novembro, data de estreia de 007 Contra Spectre nos cinemas brasileiros.




Fonte: AdoroCinema

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

A resposta do sucesso do novo "Missão Impossível" é simples: Tom Cruise

Roberto Sadosvki


“Como ele consegue?" A pergunta vale para a cena inicial de "Missão Impossível: Nação Secreta", em que, sem trucagens digitais, Tom Cruise agarra-se, pelo lado de fora, a um avião que está decolando! Mas também vale para o padrão de qualidade do novo filme da série iniciada em 1996, que consegue, ao mesmo tempo, ser o melhor de todos os "Missão Impossível" e também um dos grandes sucessos da temporada do verão americano. "Como ele consegue?"

A resposta é até simples: sendo Tom Cruise. O ator de 53 anos faz parte de uma raça em extinção, mas que de vez em quando se ergue com fúria, a dos astros de cinema. Cada vez mais, filmes ancorados por um único nome no pôster têm dado espaço, no topo das bilheterias, a produtos --de super-heróis a adaptações de outras mídias.

Cruise entende profundamente não só o negócio do cinema, mas também como lidar com suas fases. Como produtor, dá pitaco em cada etapa da confecção de seus filmes, escolhendo elenco e equipe, e também se colocando como parte do time, não deixando que o sorriso milionário se torne uma egotrip, viabilizando empreitadas que equilibram qualidade com um faro apurado para acertar no gosto das plateias.

Se nem sempre essa mistura dá certo – o ótimo "No Limite do Amanhã", por exemplo, não encontrou seu público –, "Nação Secreta" acerta em cheio e de tantas maneiras que a vontade ao fim da sessão é levantar e aplaudir. É entretenimento puro, que respeita a inteligência da plateia com um roteiro tão absurdo quanto plausível, ao mesmo tempo em que tempera a coisa com ação e humor.

Os riscos são sempre elevados, o perigo é constante e seu protagonista, Ethan Hunt (Cruise, claro), às vezes parece que vai perder as rédeas da situação. Tudo é amarrado com cenas de ação tão explosivas e espetaculares que empalidecem os "Velozes & Furiosos" da vida.

Boa parte do mérito de "Nação Secreta" é o senso de narrativa apuradíssimo de seu diretor e roteirista, Christopher McQuarrie, com quem Cruise trabalhou no pouco visto (por sinal, veja, é bem bacana), "Jack Reacher - O Último Tiro". A caixa de brinquedos de "Missão Impossível", claro, é bem maior, e McQuarrie não se intimidou com o escopo da aventura, explorando ao extremo o absurdo da própria existência da IMF, a "Força-Tarefa Missão Impossível", um ramo ultrassecreto do governo que opera de maneira nada ortodoxa acima inclusive da própria CIA.





 





É a própria Agência de Inteligência ianque, representada pelo personagem de Alec Baldwin, Alan Hunley, que enxerga na IMF um órgão que mais atrapalha do que ajuda, deixando em suas missões uma trilha de destruição –mesmo que as vidas salvas sejam ignoradas. Nesse duelo de burocratas, Hunley larga nas mãos de William Brandt (Jeremy Renner), aliado de Hunt, uma IMF em frangalhos e prestes a ser absorvida pela CIA. O último entrave é uma caça às escuras empreendida por Hunt contra o Sindicato, uma organização terrorista que surge como a antítese da Força-Tarefa. Para Hunley, é uma mentira para garantir fundos aos movimentos de Hunt e cia.; para o próprio agente, agora perseguido por seus próprios aliados, é um perigo real e imediato que, caso não seja detido, pode se tornar o maior e mais poderoso agente do caos no planeta.

Chris McQuarrie parece ter prazer especial em colocar Ethan Hunt/Tom Cruise nas situações mais extremas –o passeio de avião do começo, acredite, não passa de aperitivo, completado com tortura, afogamento, acidentes de carro/moto e muita pancadaria. Este é, fácil, o filme mais violento da série. Para isso, o diretor cria em Solomon Lane (o ótimo Sean Harris), líder do Sindicato, o vilão perfeito. Ele parece sempre um passo à frente do protagonista, é cruel, amoral e desprovido de emoções, um vilão que realmente pode matar Hunt.

Ao contrário das aventuras de James Bond e Jason Bourne, porém, "Missão Impossível" é um esforço de equipe, e Ethan conta com o auxílio, além de Brandt, do estoico Luther (Ving Rhames, remanescente lá do primeiro filme, que Brian de Palma dirigiu em 1996), do hacker Benji (Simon Pegg, que tem a melhor química cômica com Cruise desde sempre) e da novata Ilsa (Rebecca Ferguson, da série "The White Queen").

Ferguson é, de longe, a melhor surpresa de "Nação Secreta". Em um ano em que os papéis femininos em grandes blockbusters ("Vingadores: Era de Ultron", "Jurassic World") ganharam uma justa dose de críticas, sua Ilsa Faust é uma agente mais que capaz de acompanhar –e superar– Hunt em sua missão. Até porque sua verdadeira função, e onde está sua lealdade, é um mistério que o filme saboreia antes de revelar por completo. Em nenhum momento Ilsa surge como "interesse romântico", mas sempre como uma igual. Honestamente, é o primeiro personagem de um filme da série que eu não me importaria se ganhasse um filme-solo ("As Aventuras de Ilsa", alguém?).

O fórmula do sucesso de "Missão Impossível: Nação Secreta" termina sendo a mesma tanto no universo ficcional do filme quanto do lado de cá: trabalho em equipe. Quando Cruise convocou J.J. Abrams e sua Bad Robot para produzir a terceira aventura, de 2006, encontrou também os parceiros perfeitos para lhe ajudar a tocar os filmes, sempre com equilíbrio em um bom texto, cenas de ação sempre impressionantes (que Cruise ainda faz questão de encarar com o mínimo, ou nenhuma, interferência de dublês) e bom humor. Parece simples, porque eles o fazem assim.

Seria bacana McQuarrie continuar tocando o barco no próximo filme, que Cruise já avisou que entra em produção ano que vem (ninguém está ficando mais jovem...), mas a tradição de "Missão Impossível" é entregar cada episódio a um autor diferente (John Woo, Abrams e Brad Bird seguiram De Palma, que começou tudo). Com uma máquina tão azeitada, até Woody Allen faria um trabalho formidável.

Por que não?



Fonte: UOL Cinema

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Perdido Em Marte | Matt Damon Sozinho No Planeta Vermelho Nas Novas Imagens Do Filme De Ridley Scott


Baseado no livro homônimo de Andy Weir, a trama gira em torno de um astronauta, Mark Whatney (Matt Damon), perdido em uma colônia marciana. Ele tenta sobreviver enquanto aguarda o resgate pela NASA. Para as cenas em Marte, o diretor retornará ao Vale da Lua, na Jordânia, locação de Lawrence da Arábia que acaba de servir como cenário para o seu  Êxodo - Deuses e Reis.




Drew Goddard adaptou o roteiro. Jessica ChastainKristen WiigKate MaraChiwetel EjioforDonald Glover, Sean BeanSebastian Stan e Michael Peña completam o elenco.


Perdido em Marte será uma das atrações do Festival de Toronto 2015 e tem estreia prevista para 1 de outubro no Brasil.


Fonte: Omelete

terça-feira, 21 de julho de 2015

Trailer de Esquadrão Suicida já foi mais assistido que o de Batman vs Superman


Batman vs Superman: A Origem da Justiça está sendo super aguardado. Muito mistério ronda a trama do longa e, além de ter um novo Batman, o filme conta novamente com Henry Cavill como Superman e ainda tem uma Mulher-Maravilha digna da mega-produção. Mesmo quem não quer ver Ben Affleck como Cavaleiro das Trevas deve, provavelemtne, ir aos cinemas para conferir a produção de Zack Snyder.


Mas, após a primeira grande divulgação iniciada durante a última Comic Con, com direito ao lançamento do primeiro trailer, a outra produção da DC Comics ganhou um pouco mais de fama. O trailer de Esquadrão Suicida tem algo que o trailer de Batman vs Superman: A Origem da Justiça não tem: Jared Leto como Coringa e Margot Robbie como Arlequina.


Os vilões ganharam, mais uma vez. Enquanto o trailer de Batman vs Superman: A Origem da Justiça conseguiu 35,8 milhões de visualizações no YouTube, o trailer de Esquadrão Suicida já tem 37,6 milhões. Vale lembrar que o trailer de Esquadrão Suicida está disponível para acesso há muito menos tempo que o trailer do Homem Morcego vs. Homem de Aço.
Quem conseguirá a maior bilheteria?




Batman vs Superman: A Origem da Justiça estreia no Brasil em 24 de março de 2016, enquanto Esquadrão Suicida tem estreia marcada para 4 de agosto de 2016. Aguardemos!


Saiba mais sobre os filmes Batman vs Superman: A Origem da Justiça e Esquadrão Suicida ou confira a nossa lista de filmes baseados em personagens da DC Comics.



Fonte: Cinema10

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Tom Cruise dispensa dublê e corre perigo em cena de Missão Impossível - Nação Secreta

"Por que cenas de ação parecem reais? Porque são reais." É com está afirmativa que começa o novo vídeo com os bastidores de Missão Impossível - Nação Secreta. E, acredite se quiser, eles provam que estão falando sério.

A cena em destaque no vídeo é uma em que Tom Cruise está pendurado do lado de fora de um avião. O detalhe? A aeronave está decolando. Claro que o astro fez uso de todo o aparato de segurança, mas não é qualquer um que dispensa o dublê numa hora dessas! Confira:


Missão Impossível - Nação Secreta conta com a direção de Christopher McQuarrie. Já o roteiro foi escrito por Drew Pearce e revisado por Will Staples.

A trama acompanha Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua incrível equipe enfrentando um inimigo tão treinado e competente quanto eles: o Sindicato. O elenco ainda conta com Jeremy Renner como William Brandt, Simon Pegg como Benji Dunn, Rebecca Ferguson como Ilsa, Alec Baldwin como Hunley, Ving Rhames como Luther Stickell, além de Sean HarrisAmerica OlivoSimon McBurney e Jorge Leon Martinez.

Missão Impossível - Nação Secreta chega aos cinemas nacionais em 13 de agosto de 2015. Aproveite e assista ao trailer legendado:



Fonte: Cinema10

The Revenant: Leonardo Di Caprio percorre paisagens cobertas de neve no primeiro trailer

A Fox divulgou o primeiro teaser de uma das maiores estreias do ano, o novo filme do último vencedor do Oscar, Alejandro González Iñárritu. Intitulado The Revenant, o longa é estrelado porLeonardo Di Caprio e Tom Hardy. Assista ao vídeo abaixo!


Descrito como um thriller de época inspirado em fatos reais e baseado no romance de Michael Punke, The Revenant mostrará Di Caprio como Hugo Glass, um lendário caçador e explorador, cujo dia comum de caça acaba mal quando é atacado por um urso. Ao invés de cuidar do companheiro, John Fitzgerald (Hardy) rouba o amigo, deixando-o para trás e dando-o como morto. Em uma busca por vingança, Glass percorre mais de 3000 milhas do deserto americano.



Iñárritu assina o roteiro ao lado de Mark L. Smith. A equipe conta também com o fotógrafo Emmanuel Lubezki, duas vezes vencedor do Oscar por Gravidade e Birdman ou A Inesperada Virtude da Ignorância e mais cinco vezes indicado ao prêmio.



No elenco, encontraremos também Domhnall Gleeson, Will Poulter, Paul Anderson, Lukas Haas, Brendan Fletcher, Brad Carter, Javier Botet, Kristoffer Joner, Robert Moloney, Dave Burchill, Kory Grim, Joshua Burge, Vincent Leclerc, McCaleb Burnett, Christopher Rosamond e Mark Krysko.



The Revenant estreia em janeiro de 2016, mas não tem data para chegar aos cinemas do Brasil.




Saiba mais sobre o filme The Revenant ou conheça a nossa lista de filmes baseados em fatos reais.



Fonte: Cinema10

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A união faz a força no novo trailer de Quarteto Fantástico

De Taiani Mendes 

Nos cinemas em agosto.


No novo trailer nacional de Quarteto Fantástico, Reed Richards (Miles Teller), ainda criança prodígio, mostra seus poderes sem limites. Já adulto, desenvolve em grande escala a viagem interdimensional. Pode mudar o rumo da História, porém acaba mudando para sempre seus colegas de laboratório - e sua própria constituição.

Culpado, quer consertar seus amigos Sue (Kate Mara), Ben (Jamie Bell) e Johnny (Michael B. Jordan), mas terá um desafio ainda maior: impedir a execução dos planos maléficos do Doutor Destino (Toby Kebbell).

Na versão dos Estados Unidos, além do drama existencial e do vilão, eles enfrentam o governo norte-americano, muito interessado no poder de fogo dos quatro e determinado a usá-los da maneira que julgar melhor.

Dirigido por Josh Trank, Quarteto Fantástico estreia em 6 de agosto.

Notícias relacionadas



Fonte: AdoroCinema

Vídeo evidencia conexão entre evento de O Homem de Aço e Batman vs Superman - A Origem da Justiça

De João Vitor Figueira 

A batalha de Metrópolis é uma das motivações da luta do Homem Morcego contra o Superman.


O Homem de Aço abriu o caminho para uma nova fase de adaptações dos quadrinhos da DC Comics nos cinemas. O próximo passo dessa empreitada, será o filme Batman Vs Superman: A Origem da Justiça, que, segundo Super-Homem em pessoa (Henry Cavill), é mais um prelúdio dos filmes da Liga da Justiça do que uma sequência de seu filme solo. Só que isso não siginifca que os eventos não de Man of Steel não reverberem e muito no filme que terá o embate do Cavaleiro das Trevas com o Último Filho de Krypton.

O mais recente trailer do longa de Zack Snyder traz uma passagem que conecta diretamente os eventos de O Homem de Aço com os eventos de Batman V Superman. Para entender, assista ao vídeo abaixo.


A parte final de O Homem de Aço dava a entender que a controversa e caótica luta entre o Superman e General Zod se deu em Metrópolis, mas e se eles tiverem estendido o combate até Gotham? Snyder já afirmou em entrevistas que Metrópolis e Gotham são cidades vizinhas no universo cinematográfico da DC. Outra possibilidade é que o Wayne Financial Building, que desmorona de uma maneira que evoca a queda do World Trade Center, seja localizado em Metrópolis.

O ponto é que toda aquela destruição afetou diretamente Bruce Wayne (Ben Affleck), que observa impotente o ocorrido e começa a nutrir um ódio pelo Superman. Uma outra cena do trailer mostra o herói bilionário lendo um jornal que noticia que dúzias de pessoas morreram nos escombros do prédio de sua companhia e ele culpa Kal-El pelas mortes, é claro.



O elenco de Batman Vs Superman conta ainda com Gal Gadot (Mulher Maravilha), Jesse Eisenberg (Lex Luthor), Jason Momoa (Aquaman)Amy Adams (Lois Lane), Diane Lane (Martha Kent), Laurence Fishburne (Perry White), Jeremy Irons (Alfred), Ray Fisher (Cyborg), Jeffrey Dean MorganJena MaloneTao Okamoto e Scoot McNairy.

Batman Vs Superman: A Origem da Justiça estreia dia 24 de março de 2016.

Fonte: AdoroCinema