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segunda-feira, 2 de julho de 2018

Nosso Lar


Psicografado por Chico Xavier, Nosso Lar narra a história de André Luiz, médico que desencarnou precocemente, e suas experiências no mundo extra físico que dá título ao livro. 
Independente de religião, a obra trás uma mensagem de esperança, dando-nos a certeza de que existe vida após a morte, e que essa vida futura será pautada em nossas ações passadas.
As experiências vivenciadas por André e os demais personagens do livro, nos proporcionam ensinamentos de grande cunho moral. 
É por essa e outras que vale à pena ler Nosso Lar. 

"Após uma doença, o médico André Luiz desperta em um ambiente sombrio e desconhecido. Pouco tempo depois é levado à colônia espiritual Nosso Lar, um lugar que nunca imaginou existir e que, ao mesmo tempo, é tão semelhante à Terra. É nesta região de cura, aprendizado e constante trânsito que André Luiz passa a entender que existe uma realidade à nossa espera após a morte, uma nova forma de viver que representa apenas o início da jornada. No primeiro livro da coleção A vida no mundo espiritual, oEspírito André Luiz transmite suas observações e descobertas sobre a região espiritual, repleta de intensas atividades, em que se localiza, como modelar organização, a colônia Nosso Lar, onde Espíritos procedentes do plano terrestre passam por recuperação e educação espiritual antes de continuar seus caminhos. A narrativa vibrante, psicografada por Francisco Cândido Xavier no ano de 1944, é a preferida de milhares de leitores espíritas, tendo sido adaptada para o cinema em 2010."

domingo, 25 de dezembro de 2016

Um Ótimo Natal, um Feliz Ano Bom e uma Vida Próspera!


Para a maioria de nós, Natal é apenas mais uma data comemorativa, onde nos reunimos com parentes e amigos diante de uma mesa farta e trocamos presentes - ou pelo menos deveria ser assim.
Para outros ainda, Natal não passa de um data comercial, onde esquecemos seu real simbolismo, o nascimento do menino Jesus, que é substituido pela figura do bom velhinho.
Natal deveria ser mais... Natal deveria ser época de fortalecimento das relações interpessoais, mediante a manutenção do espírito de paz, harmonia e confraternização entre os povos.
Natal deveria ser período de perdoar, de reatar relações, de ajudar o próximo, de respeitar o ser humano. Façamos isso então... Mas não somente neste período do ano...
Que possamos estender esse momento de compreensão e paz não por uma semana ou mais, ou quem sabe, um mês inteiro, digo, por um ano inteiro, ou melhor, que possamos estender esse momento por todos os anos de nossas vidas.
Desejo a todos um Ótimo Natal, um Feliz Ano Bom e uma Vida Próspera!

Fábio da Silva

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

EZEL - Teledramaturgia de qualidade exibida no horário nobre da Band

Por Fábio da Silva

Olá, caros leitores e seguidores! Geralmente, por volta das 20:30h, eu me recolho para realizar uma boa leitura, estudar ou escreve, mas vez por outra acompanho minha esposa no ato de assistir novela. Ai vocês devem estar se perguntando por que eu estaria postando sobre uma novela por aqui, pois bem, já me explico: a novela em questão não é uma novela qualquer, não aquelas novelas globais (com tramas descabidas e que apelam para a sexualidade), não aquelas novelas no SBT (com atuações exageradas dos atores mexicanos). Pois bem, a novela em questão é uma novela turca (aposta da Band nos últimos anos), isso mesmo uma novela europeia baseada na clássica obra do francês Alexandre Dumas, "O Conde Monte Cristo", que inclusive foi adaptado para o cinema.

Livro

Filme

Na trama, adaptada para os dias atuais, o personagem principal chamado Ezel que dá titulo a novela, foi traído por seus amigos e deixado na prisão para morrer. Em seu cárcere, ele encontra um mestre, um conselheiro que se torna seu tutor e o orienta em sua jornada de vingança. Tal como na história de Dumas, o personagem principal era um "zé ninguem", um homem simples e sem maldade, contudo o tempo na prisão e a amizade que fizera com um dos dos chefões da comunidade carcerária, o fortaleceu e proporcionou a ele certa fortuna. Retornando a liberdade, Ezel pode finalmente dar curso a sua vingança, que é desmascarar e acabar com aqueles que o trairam.

Diga-se de passagem a trama tem poucos personagens o que na minha opnião é bem melhor a nível de desenvolvimento da história que possue muitos pontos de trama (pontos de virada). Como disse certa vez uma professora minha de faculdade da qual não me recordo o nome "menos muitas vezes é mais". A novela turca consegue fazer e muito com poucos personagens. Fica aí uma boa aula para a teledramaturgia nacional, uma vez que as mulheres da minha família (esposa, mãe, sogra etc) queixam-se muito das nossas novelas seja por questões apelativas como a sexualidade, seja por questões de retratar uma realidade muitas vezes que chegam a influenciar nossos filhos negativamente "a moça da novela faz assim", ou "o ropaz respondeu daquele jeito o seu pai, por que não posso falar também desse jeito?" E até mesmo os homens (meu pai e meu sogro) só tecem elogios as produções da teledramaturgia turca.

Para quem tiver curiosidade em assistir a trama de EZEL, basta sintonizar no canal da Band, depois do jornal do Boechat por volta das 20:30h. Vale à pena conferir.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Décadas de 1770, 1880, 1990?


Quando assisto a telejornais ou leio matérias referentes a determinadas épocas, percebo que muitos jornalistas utilizam os termos “década de 1770”, “década de 1880”, “década de 1990”, e assim por diante, na referência a datas. Acredito que a percepção desse fato não seja um incômodo apenas para mim, mas também alguém que aprecie o bom Português, tanto falado quanto escrito.

Se bem me recordo, a Professora Vanise Macedo, colega literária, que gentilmente revisou este texto, havia comentado algo a esse respeito quando revisou meu primeiro livro O Escritor, fato que aconteceu antes do novo acordo ortográfico. A profissional foi categórica e manteve sua posição quanto ao fato, dizendo que tais expressões são erradas, sendo o mais acertado dizer “década de 70 do século XVIII”, “década de 80 do século XIX”, “década de 90 do século XX”, ou “década de 90 do século passado”, uma vez que estamos nos referindo a uma década em particular e, não, a um ano.

Ora, claro que Português não é Matemática, mas atentemos para a lógica: estamos no ano de 2015, certo? Ponto pra você! Então, seria acertado eu dizer “década de 2015”? Claro que não! Outro ponto pra você! Logicamente, “década de 2010” está errado, uma vez que o numeral “2010” refere-se a um ano específico. Concordo com a Professora Vanise Macedo em gênero, número e grau.

E quanto a vocês, caros seguidores-leitores, o que acham?

Grande abraço a todos!

Fábio da Silva

sábado, 30 de agosto de 2014

Eu sou brasileiro com muito orgulho...


A Copa do Mundo 2014 terminou. Perdemos de 7X1 para a Alemanha, na semifinal. Perdemos de 3X0 para a Holanda, na disputa pelo 3º lugar. Culpamos jogadores, culpamos comissão técnica. Por quê? Porque nós brasileiros, com muito orgulho que somos, projetamos nossas esperanças e sonhos no simples ato de ver a vitória da Seleção Brasileira de Futebol como forma de amenizar nossas frustrações e decepções com a corrupção, com a saúde, com a educação, com o desemprego, com a violência, entre outras tantas.

Sim, é muito bonito e patriótico quando entoamos o “hino”: eu sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor, mas infelizmente só o fazemos em épocas de grandes eventos esportivos como a já citada Copa do Mundo de Futebol, ou os Jogos Pan-americanos, ou os Mundiais de Voleibol etc.

Devemos sim ser brasileiros com muito orgulho, com muito amor vestindo a camisa canarinho não só em ocasiões esportivas, mas em todos os momentos de nossas vidas.

Sejamos brasileiros com muito orgulho, com muito amor no respeito ao próximo, cedendo lugar ao idoso e à gestante na fila de espera ou no acento da condução; não furando aquela filinha quilométrica, seja no mercado, seja no banco, seja em qualquer lugar, por achar que nosso tempo é mais precioso que o dos outros; não parando o carro na faixa, prejudicando assim a travessia dos pedestres, e esses, por suas vez, que atravessem na faixa que lhes é destinada.

Sejamos brasileiros com muito orgulho, com muito amor não jogando aquele papelzinho de bala ou a guimba de cigarro no chão; não deixando a latinha de refrigerante ou a garrafinha d’água cair pela janela do ônibus, sujando ainda mais as nossas vias; não ateando fogo em pneus, latões ou em coletivos, fechando ruas como forma de protesto, desrespeitando o nosso direito de ir e vir.

Sejamos brasileiros com muito orgulho, com muito amor dizendo não ao vandalismo, à corrupção, ao latrocínio, ao sequestro, ao estupro, à pedofilia, aos pais que negligenciam os seus filhos, aos filhos que se esquecem de seus idosos, a qualquer tipo de violência física ou moral.

Sejamos brasileiros com muito orgulho, com muito amor para reivindicar, de forma pacífica, por melhorias tanto nas áreas que carecemos quanto em nós mesmos, tendo a consciência que todo o processo de crescimento tem início em nós.

Enfim, sejamos brasileiros com muito orgulho, com muito amor para exigirmos uma educação de qualidade para o nosso povo; pois, em longo prazo, isso terá reflexos positivos em nossa sociedade. Tudo deve começar na base, nos primeiros anos escolares, para que tenhamos uma estrutura sólida. Vale lembrar que um povo instruído e com conhecimento é um povo saudável física e mentalmente, maduro intelectual e moralmente. Um povo mais esclarecido tem o poder de decisão nas mãos, poder de lutar de forma sábia e consciente por seus direitos sem se contentar com esmolas.

Fábio da Silva

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Escolha um caminho pra sua vida



Escolha um caminho pra sua vida.
Siga um rumo.
Elimine o que não é bom pra você.
Não importa o que você faça, faça de coração.
E tenha a consciência que muitos vão desencorajar você.
Dizer que não é possível, que você não consegue,
que você é só mais um em meio de tantos.
Lembre-se que terá de erguer-se várias vezes,
pois as quedas serão muitas.
Poucos vão te incentivar, te apoiar.
E quase ninguém vai acreditar em você.
Mas o que realmente importa: é manter a sua fé inabalável
numa força superior que te guia e em você mesmo.
Acredite que pode: e conseguirá.
Pense que é possível: e alcançará.
Trabalhe.
Dedique-se.
Persista.
Pouco importa o caminho que escolheu,
se for o caminho do bem, tudo vai conspirar a seu favor.
E tenha a certeza que no fim você terá sucesso.


Fábio da Silva

sábado, 7 de setembro de 2013

Caros leitores...


Caros leitores,

Como escritores que somos (digo isso, pois acredito que cada homem é capaz escrever a sua própria história, basta escolher o bom caminho), todos nós sabemos como o nosso tempo é apertado. Nos dividimos entre as tarefas cotidianas como trabalho, afazeres domésticos, além de dar atenção àquelas pessoas que nos são caras e, ainda assim, encontramos tempo para rabiscar no papel, ou melhor, digitar nossos pensamentos, ideias, histórias fantásticas, insanidades... Por isso, gostaria de aproveitar esse espaço para agradecer a todos, escritores ou não, que tem apreciado e curtido o meu humilde trabalho, que tento fazer com dedicação e qualidade.
E companheiros das letras não desanimem na jornada, pois a estrada é longa. E tendo ou não alcançado o nosso objetivo do reconhecimento perante o público e a crítica, ainda assim, terá valido à pena, pois quando olharmos pra trás, quando olharmos o que deixamos de legado, nunca iremos nos culpar, ou lamentar, ou fazer aquela triste pergunta "E se?", pois, de cabeça erguida, iremos dizer para nós mesmos e para aqueles que nos cercam "Eu tentei".

Grande Abraço a Todos!

E Sucesso!

Fábio da Silva